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	<title>Mais Tráfego &#187; Seo</title>
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	<description>Mais Tráfego - Criamos Webmasters. Comunidade de webmasters de Portugal</description>
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		<title>Google: Mudança No Algoritmo Privilegia a Qualidade</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 11:15:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanderley</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos meses a discussão sobre a qualidade nos motores de busca acentuou-se. Depois da acesa troca de palavras entre Google e Bing, parece que está na hora de meterem todos as “mãos à obra” e trabalharem activamente para tornarem a web melhor. Recentemente a Google anunciou algumas mudanças no seu algoritmo que para já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/03/Google.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3878" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/03/Google.jpg" alt="Google" width="560" height="260" /></a></p>
<p><strong>Nos últimos meses a discussão sobre a qualidade nos motores de busca acentuou-se. Depois da acesa <a href="http://www.maistrafego.pt/google-vs-bing-copiar-e-mais-facil">troca de palavras entre Google e Bing</a>, parece que está na hora de meterem todos as “mãos à obra” e trabalharem activamente para tornarem a web melhor. Recentemente a Google anunciou algumas mudanças no seu algoritmo que para já afectam apenas os Estados Unidos, mas cuja principal novidade é um ataque forte às Content Farms.</strong></p>
<p>Não há dúvidas que nós enquanto webmasters queremos uma web cada vez melhor e isso passa por termos motores de busca que ofereçam resultados de qualidade. No princípio de Fevereiro a <strong>Google</strong> anunciou algumas mudanças no seu algoritmo cujo principal objectivo seria o de fazer subir no ranking websites de manifesta qualidade e fazer descer aqueles que nunca sequer deveriam ter subido. <strong>Os principais visados</strong>: as célebres “<strong>Content Farms</strong>”.</p>
<p>A mudança para já só ocorreu nos <strong>Estados Unidos</strong> e apesar de ser imperceptível para o utilizador comum, é bastante significativa e afectou mais de 10% dos resultados do motor de busca. Como já se adivinhava, os directórios de artigos foram os que mais sofreram com esta actualização com alguns a serem fortemente penalizados. Para terem uma noção melhor de quem foi prejudicado, visitem <a href="http://www.sistrix.com/blog/985-google-farmer-update-quest-for-quality.html"><strong>o post da Sistrix</strong></a> que apresentou os <strong>25</strong> websites que mais perderam com esta actualização.</p>
<p>Mas a nova mudança não ocorreu sem problemas, primeiro houve vários websites que por milagre escaparam ao “<strong>arrasto</strong>” e outros que eram de qualidade e acabaram também eles prejudicados. Um dos casos mais falados foi o do <a href="http://cultofmac.com/"><strong>Cult Of Mac</strong></a> que sofreu uma diminuição acentuada do seu tráfego.</p>
<p>A boa notícia é que a Google já está a resolver os eventuais problemas gerados por esta actualização e os websites injustamente penalizados parecem estar a voltar ao seu devido lugar. Como já disse anteriormente, para já estas mudanças só se verificam nos Estados Unidos, no entanto é provável que dentro de pouco tempo se espalhem para o resto do mundo, portanto preparem-se.</p>
<p>Até à próxima</p>
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		<title>Google anda atenta aos esquemas de links</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 17:08:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanderley</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Primeiro vamos já esclarecer uma coisa, a venda de links é permitida e é uma forma legítima de se ganhar dinheiro com um website. O problema da Google não está relacionado com a venda de links, mas sim com a venda de links que passam Pagerank. Durante anos os webmasters têm vendido e comprado links, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/google.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3782" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/google.jpg" alt="Google" width="560" height="260" /></a></p>
<p><strong>Primeiro vamos já esclarecer uma coisa, a venda de links é  permitida e é uma forma legítima de se ganhar dinheiro com um website. O  problema da Google não está relacionado com a venda de links, mas sim  com a venda de links </strong><strong>que passam Pagerank. Durante anos os  webmasters têm vendido e comprado links, uma prática que se tornou  popular assim que se percebeu que era possível manipular os resultados  de um motor de busca onde os links eram muito importantes. A Google  nunca escondeu que condenava essa prática, mas pode-se dizer que às  vezes o seu combate a ela deixava muito a desejar, em parte porque não é  assim tão fácil descobrir quando um website recorre a essa prática. Mas  as coisas estão a mudar meus amigos e o pessoal da Google parece estar  determinado a fazer cumprir as regras, nem que para isso seja necessário  &#8220;tombar gigantes&#8221;.</strong></p>
<p>Quem conhece minimamente o motor de busca da <strong>Google </strong>sabe que a  quantidade de links a apontarem para um determinado website podem ser  determinantes no seu ranking. É por isso que tantos webmasters vendem  links que passam <strong>Pagerank</strong>, pois mesmo sabendo que isso é uma  violação directa das directrizes da Google, é simplesmente algo  demasiado lucrativo e difícil de se abdicar. Mas se nos últimos anos a  Google parecia estar adormecida e relativamente tolerante no que diz  respeito a esta prática, agora parece que eles estão mais atentos do que  nunca à venda de links e a prova disso são os últimos casos de  penalizações.</p>
<p>A gigante <strong>JCPenney <a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?topic=26076.0">sofreu na pele</a></strong> as consequências dessa prática ao ser alvo de penalizações precisamente  relacionadas com a venda de links que passavam Pagerank. As práticas  mereceram até a crítica do próprio <a href="http://www.mattcutts.com/blog/"><strong>Matt Cutts</strong></a> que em entrevista se mostrou insatisfeito e disse que iriam ser tomadas medidas manualmente. Outro caso recente foi o da <strong>Forbes</strong> que recebeu uma notificação da Google também relacionada com este tipo  de esquemas, novamente Matt voltou a pronunciar-se desta vez <a href="http://www.google.com/support/forum/p/Webmasters/thread?tid=4d212d4d4f5964a8&amp;hl=en"><strong>no fórum de webmasters da Google</strong></a>.</p>
<p>Este tipo de casos parecem incomodar cada vez mais a Google, que  apesar de alguma tolerância, sempre avisou os webmasters para não  recorrerem a esta prática. Nós que somos webmasters e de ingénuos temos  muito pouco, já devíamos saber que a procura por atalhos para chegar ao  topo pode ter as suas consequências.</p>
<p><strong>Então como é que nós podemos realizar a venda de links? (isto para quem não sabe)</strong></p>
<p>Basta adicionar o atributo nofollow a um link, desta forma vamos  dizer ao algoritmo para não contabilizar este link e consequentemente  nunca vamos ter problemas com a Google. Aqui fica um exemplo:</p>
<ul>
<li>&lt;a rel=&#8221;nofollow&#8221; href=&#8221;http://www.omeuwebsite.com/&#8221;&gt;O Meu Website&lt;/a&gt;</li>
</ul>
<p>Eu sei que ainda existem muitos webmasters no <strong>Mais Tráfego</strong> que se dedicam à venda e compra de links, o meu conselho é caso vocês se preocupem com a <strong>Google</strong>,  que deixem de o fazer. A compra de links é fácil e poupa trabalho, mas  existem formas seguras de arranjar links e que não violam <a href="http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?hl=pt-BR&amp;answer=35769"><strong>as directrizes da Google</strong></a>.</p>
<p>Tenham também muito cuidado com os profissionais de <strong>SEO</strong> que contratam, o mercado está cheio de profissionais que gostam de trabalhar na &#8220;<strong>corda bamba</strong>&#8221; e que eventualmente podem colocar os vossos websites em maus lençóis. E claro: &#8220;<strong>Google is watching you</strong>&#8220;.</p>
<p>De facto, tal como eu já escrevi no passado, às vezes parece que a  Google anda a dormir mas basta ela abrir um olho para meio mundo ficar  indignado com penalizações. Eu confesso que não sou a favor da compra e  venda de links que passam Pagerank, não estou aqui para dar lições de  moral a ninguém como é óbvio, mas considero uma prática algo suja e  muito pouco digna de quem se apelida de &#8220;<strong>Especialista em SEO</strong>&#8220;. É  também importante realçar que isto não é nenhuma novidade e que  seguramente muitos websites subiram e ainda sobem nos rankings graças a  esta prática. Mesmo assim é sempre bom ver que a Google está atenta a  estes casos e se for preciso age manualmente para repor justiça.</p>
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		<title>Google Vs. Bing: Copiar é mais fácil</title>
		<link>http://www.maistrafego.pt/google-vs-bing-copiar-e-mais-facil</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 19:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanderley</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Universo dos motores de busca anda em polvorosa, tudo devido ao artigo publicado ontem pelo Danny Sullivan no qual ele basicamente revela que o pessoal da Bing é adepto do chamado &#8220;copianço&#8221;. Seguiram-se as reacções no Twitter bem como num grande número de blogs e finalmente o frente-a-frente protagonizado por Matt Cutts (Google) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/searchengine.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3691" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/searchengine.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>O Universo dos motores de busca anda em polvorosa, tudo devido ao <a href="http://searchengineland.com/google-bing-is-cheating-copying-our-search-results-62914" target="_blank">artigo publicado ontem pelo Danny Sullivan</a> no qual ele basicamente revela que o pessoal da Bing é adepto do chamado &#8220;copianço&#8221;. Seguiram-se as reacções no Twitter bem como num grande número de blogs e finalmente o frente-a-frente protagonizado por <a href="http://www.mattcutts.com/blog/" target="_blank">Matt Cutts</a> (Google) e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Harry_Shum" target="_blank">Harry Shum</a> (Bing) no <a href="http://bigthink.com/" target="_blank">Big Think&#8217;s Farsight 2011</a>. Apesar de restarem poucas dúvidas de que de facto os &#8220;bingueiros&#8221; copiaram e não esquecendo que o utilizador comum está-se nas tintas para estas polémicas, continua a pairar no ar uma questão: <strong>Será este o melhor caminho a seguir?</strong></p>
<p>A razão pelo qual coloco esta questão é muito simples, ela serve tanto para a Google como para a Microsoft. Vamos começar por falar sobre este caso em particular, o que aconteceu foi simples e começou com uma palavra estranha, &#8220;<strong>tarsorrhaphy</strong>&#8221; que é o nome de um procedimento cirúrgico realizado às pálpebras. Ora no Verão do ano passado eles estavam a investigar os resultados de &#8220;<strong>torsorophy</strong>&#8220;, na altura o Google dava a sugestão correcta de &#8220;tarsorrhaphy&#8221; e apresentava os resultados correctos para essa pesquisa, enquanto o Bing não apresentava absolutamente nada. Mas passado algum tempo e de forma &#8220;mágica&#8221;, o Bing começou a apresentar o primeiro resultado que o Google apresentava, mas não a correcção. A Google naturalmente questionou-se sobre como eles podiam fazê-lo sem apresentar a tal correcção para a palavra correcta que é &#8220;tarsorrhaphy. Como já devem ter percebido eu estou a simplificar isto de forma a que qualquer pessoa consiga perceber o que se passou, aqui ficam as imagens onde se pode perceber melhor:</p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/search1.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3694" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/search1.png" alt="" width="500" height="257" /></a></p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/search2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3695" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/search2.png" alt="" width="500" height="231" /></a></p>
<p>Imediatamente o pessoal da Google suspeitou de algum tipo de &#8220;copianço&#8221; e decidiu então criar algumas queries artificiais de forma a conseguirem compreender se de facto estavam a ser copiados ou não. Aqui fica um dos exemplos &#8220;<strong>hiybbprqag</strong>&#8220;:</p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/search3.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3696" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/search3.png" alt="" width="500" height="122" /></a></p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/search4.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3697" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/search4.png" alt="" width="500" height="129" /></a></p>
<p>Se visitarem o artigo encontram todos os exemplos e parece ser quase demasiado óbvio que de facto existiu uma cópia. O que aconteceu é que os utilizadores do &#8220;<strong>desgraçado</strong>&#8221; <strong>Internet Explorer</strong> enviam informação ao Bing sobre o que estão a fazer no Google e logicamente essa informação foi utilizada para melhorar os resultados de algumas pesquisas. Por sua vez o <strong>Harry Shum</strong> da Bing respondeu no Blog e no <strong>Big Think&#8217;s Farsight 2011</strong> dizendo que &#8220;<strong>eles apenas utilizam os dados disponibilizados pelos utilizadores para melhorar o seu algoritmo tal como faz a Google</strong>&#8220;. A resposta foi tudo menos convincente, ficou claro pelos testes da Google que eles copiaram e pior do que isso, seguramente muitos utilizadores do IE (para aí uns 6 hehehe, é triste mas são bem mais) participaram na brincadeira sem sequer terem conhecimento disso. Mas enfim, nada disto é novidade e não vale a pena estar aqui a voltar ao passado para criar mais polémica.</p>
<p>O &#8220;copianço&#8221; é mais fácil, todos sabemos isso e o pessoal da Bing simplesmente escolheu esse caminho, agora cada um decide se isso foi uma boa ou má ideia.</p>
<p>No <a href="http://bigthink.com/" target="_blank">Big Think&#8217;s Farsight 2011</a> a discussão foi bastante interessante, mas eu diria que não tão produtiva como se esperava muito por força da tal rivalidade <strong>Google Vs. Bing</strong>. De um lado o <strong>Matt Cutts</strong> (que diga-se de passagem foi a personificação da calma e portou-se lindamente na representação de um líder de mercado) acusava o Bing de utilizar informação da Google para melhorar os seus resultados de busca, enquanto do outro Shum afirmava que a Google &#8220;<strong>incentiva spammers</strong>&#8221; através do seu programa <strong>Adsense</strong> e fazia milhões com isso. Um género de: &#8220;<strong>Nós fizemos mal mas vocês fazem pior</strong>&#8221; numa discussão onde não se chegou propriamente a lado nenhum. À parte de toda a polémica esteve o <strong>Rich Skrenta</strong> da <a href="http://blekko.com/"><strong>Blekko</strong></a>, que ouviu com atenção os concorrentes e defendeu que o &#8220;<strong>factor humano</strong>&#8221; é tão fundamental nos motores de busca como os algoritmos.</p>
<p><object id="flashObj" width="590" height="360" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,47,0"><param name="movie" value="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9?isVid=1&#038;isUI=1" /><param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /><param name="flashVars" value="videoId=775105920001&#038;playerID=651017566001&#038;playerKey=AQ~~,AAAAGuNzXFE~,qu1BWJRU7c26MMkbB19ukwmFB5ysvYz5&#038;domain=embed&#038;dynamicStreaming=true" /><param name="base" value="http://admin.brightcove.com" /><param name="seamlesstabbing" value="false" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="swLiveConnect" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed src="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9?isVid=1&#038;isUI=1" bgcolor="#FFFFFF" flashVars="videoId=775105920001&#038;playerID=651017566001&#038;playerKey=AQ~~,AAAAGuNzXFE~,qu1BWJRU7c26MMkbB19ukwmFB5ysvYz5&#038;domain=embed&#038;dynamicStreaming=true" base="http://admin.brightcove.com" name="flashObj" width="480" height="270" seamlesstabbing="false" type="application/x-shockwave-flash" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" swLiveConnect="true" pluginspage="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash"></embed></object></p>
<p>As grandes empresas infelizmente nem sempre jogam limpo e neste caso específico alguém foi apanhado a copiar. Apesar de não se tratar de uma situação grave, pode-se compreender a irritação de alguns funcionários da Google que &#8220;<strong>dão o litro</strong>&#8221; todos os dias e não gostam de ver o seu trabalho ser copiado. É inegável que tanto a Google como a Bing têm um enorme trabalho pela frente, para nós webmasters a competição é sempre interessante e até gostaríamos que aparecessem mais players no mercado. Se o &#8220;combate&#8221; começasse agora eu diria que a Google ganhou o primeiro round, mas como acredito que ainda estamos longe de entrarmos num &#8220;<strong>ringue</strong>&#8220;, pode-se dizer que por agora ganhou na troca de palavras e apanhou o seu concorrente a copiar. Resta saber o que vai fazer o Bing a seguir&#8230;</p>
<p><strong>Fight!</strong></p>
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		<title>Processos de Marketing de Artigos para gerar backlinks</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 16:25:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Pinto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá a todos. Sou o Diogo Pinto, muitos já me conhecem pelo meu blog sobre internet marketing. Para continuar com a minha participação aqui no blog do mais tráfego irei partilhar com todos uns métodos fáceis (e já bem conhecidos por muitos) de obter backlinks para um vosso website. O processo é relativamente simples e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/01/marketingartigos.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3577" title="marketingartigos" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/01/marketingartigos.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Olá a todos. Sou o Diogo Pinto, muitos já me conhecem pelo meu blog sobre internet marketing. Para continuar com a minha participação aqui no blog do mais tráfego irei partilhar com todos uns métodos fáceis (e já bem conhecidos por muitos) de obter backlinks para um vosso website. O processo é relativamente simples e apenas precisa de algum tempo para que consigam criar um bom artigo e submetê-lo a um directório. Vou começar pelas introduções teóricas a este tema, desenvolvendo depois um pouco cada técnica.</p>
<h2>Introdução &#8211; o que é Marketing de Artigos</h2>
<p>Marketing de Artigos, na minha perspectiva de MMO, não passa pela construção de artigos e sua posterior venda. Esse processo tem algumas desvantagens: criam um artigo e obtêm uma comissão pelo trabalho. Essa comissão é fixa. Porque não fazem multiplicar essa comissão?<br />
Criem artigos e, em vez de os venderem, coloquem-nos em directórios gratuitos. Mas o que ganham com isso? Geralmente os directórios de artigos são sites com grande Pagerank e os seus links são dofollow. Ou seja, ao criarem um artigo e ao colocarem o vosso link na fonte ou na vossa biografia (aspectos a abordar mais tarde) irão ganhar um backlink de alguma qualidade. Parece fácil? Acreditem que é.</p>
<h2>Os conteúdos dos artigos</h2>
<p>Para um backlink para o vosso website ter mais relevância o conteúdo deve ser relevante. Ou seja, ao terem um blog sobre &#8220;jardins de inverno&#8221; não vão escrever sobre &#8220;canecas de porcelana&#8221;. Falem antes de plantas que possam ser adaptadas aos jardins de inverno.<br />
O conteúdo deve ser relevante, mas deve contar também com:</p>
<ul>
<li>Keywords principais a serem trabalhadas;</li>
<li>Número de palavras superior a 250, com conteúdo interessante (não se ponham a escrever palha).</li>
</ul>
<p>No entanto, para um artigo num directório não ultrapassar o vosso website (é raro), têm de ter cuidado com a quantidade de artigos que colocam nos directórios. O conteúdo mais relevante e interessante deve estar sempre no vosso blog e não no directório. Vocês querem ganhar, não fazer ganhar os outros.</p>
<h3>Quais os principais directórios de artigos?</h3>
<p>Existem dezenas (talvez centenas ou milhares) de directórios de artigos com alto pagerank que tornam possível a submissão gratuita de artigos com links. Maior parte dos webmasters prefere variar entre os diversos existentes. Eu utilizo diversos (podem encontrar listas variadas no Mais Tráfego), mas concentro-me naqueles que:</p>
<ul>
<li>Aceitarem links dofollow;</li>
<li>Aceitarem conteúdo em português.</li>
</ul>
<p>Para encontrar novos directórios: o Google é nosso amigo! Uma pesquisa por &#8220;directórios de artigos&#8221; ou &#8220;article directory&#8221; pode ser uma boa forma de ganhar backlinks de diversas fontes com alto Pagerank (que não é tudo, atenção).</p>
<h3>Já escrevi um artigo, e agora?</h3>
<p>Parabéns! O primeiro passo já foi feito. Se já tem o artigo escrito (com uma linguagem correcta, espero) pode submeter o seu artigo a um directório que o aceite. Geralmente a sua publicação é instantânea e não pende da aprovação dos moderadores.</p>
<p>Mas antes de publicar, é preciso colocar o link algures na página de artigo. Mas onde colocar? Alguns marketers experientes recomendam que os links sejam colocados na &#8220;resource box&#8221; ou na &#8220;bio box&#8221;. Este espaço serve para gerar nos seus artigos um espaço sobre o autor, indicando dados referentes à sua vida. Olhem para o exemplo da minha resource box:</p>
<blockquote><p>Diogo Pinto, jovem webmaster desde 2008, é autor do website keyword1 onde fala de diversos assuntos como keyword2.</p></blockquote>
<p>Onde está keyword1 e keyword2 devem substituir por keywords que querem ver &#8220;trabalhadas&#8221; e deixar um link para o vosso website. O código geralmente é em HTML, pelo que deixo em baixo a sua sintaxe:</p>
<blockquote><p>&lt;a href=&#8221;http://www.oseusite.com&#8221;&gt;keyword1&lt;/a&gt;</p></blockquote>
<p>Depois de colocarem na resource box o vosso link podem então publicar o artigo e deixar passar o &#8220;suminho&#8221;!</p>
<h2>Pós-submissão &#8211; espalhar o artigo</h2>
<p>Se já publicou o seu artigo com o link, quer que a página onde ele se encontra seja encontrada pelos motores de busca para o link ser indexado e a partir daí passar informações para o seu website. Aqui tem algumas breves dicas do que fazer depois de publicar o artigo:</p>
<ul>
<li>Fazer um ping ao artigo em diversos websites;</li>
<li>Submeter o artigo a redes sociais &#8211; estas são geralmente boas impulsionadoras da indexação de websites nos motores de pesquisa.</li>
</ul>
<p>A palavra chave para obterem os resultados, é, depois de todo este processo, &#8220;paciência&#8221;. Esperem que o grande G! leve o seu tempo a encontrar e indexar o link nos artigos. Mais tarde o vosso website irá agradecer. Poderá demorar, mas saber esperar é uma virtude!</p>
<h2>Dicas úteis para um marketing de artigos com sucesso</h2>
<p>O marketing de artigos não serve apenas para gerar backlinks. Serve também para vender produtos, gerar tráfego, etc, etc. Para o ajudar a tirar o máximo partido destes processos de linkbuilding deixo aqui algumas dicas:</p>
<ul>
<li>Não revelem tudo nos artigos &#8211; façam o visitante clicar no vosso link. Não influencia o linkbuilding mas gera tráfego, que pode gerar links orgânicos;</li>
<li> Não coloquem links nos próprios artigos, mas sim na resource box &#8211; o visitante terá mais facilidade em encontrar o link e alguns directórios não vêem a prática de linkar keywords no artigo com bons olhos;</li>
<li> Façam ping e submetam os vossos artigos a redes sociais;</li>
<li> Tenham paciência &#8211; como já disse em cima, saber esperar é uma virtude!</li>
</ul>
<p>Espero que façam o melhor uso possível destes pequenos para gerar mais backlinks e, consequentemente&#8230; mais tráfego!</p>
<p><em>PS: Participei no blog do Mais Tráfego e ganhei um link neste artigo. Tudo o que foi dito em cima, aplica-se neste caso!</em></p>
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		<item>
		<title>8 Técnicas de SEO que vos fazem parecer uns idiotas</title>
		<link>http://www.maistrafego.pt/tecnicas-de-seo</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 19:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[Seo]]></category>
		<category><![CDATA[webdesign]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje vou falar de algumas técnicas de SEO (Optimização para os motores de pesquisa) que ficam mal, parecem mal. E sobretudo fazem os sites ou as pessoas em causa parecerem uns idiotas. Sei que é uma palavra forte, não quero ofender ninguém. Apenas quero chamar a atenção para quem se está a iniciar para fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/seo1.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2722" title="seo" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/seo1.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Hoje vou falar de algumas técnicas de <a title="seo" href="http://www.maistrafego.pt/o-guia-de-bolso-para-seo" target="_blank">SEO (Optimização para os motores de pesquisa)</a> que ficam mal, parecem mal. E sobretudo fazem os sites ou as pessoas em causa parecerem uns idiotas. Sei que é uma palavra forte, não quero ofender ninguém. Apenas quero chamar a atenção para quem se está a iniciar para fazer as coisas bem!</p>
<p>Numa altura em que a optimização é essencial para qualquer negócio ou posicionamento de um site ou empresa na web, é essencial que a nossa imagem ou técnicas que usamos sejam as correctas, que coloquem os sites nas melhores posições, mas como é óbvio, nunca podemos descurar a imagem que passa ao utilizador. Não fossem estes a peça essencial no cerne deste meio que é a web.</p>
<p>Como é óbvio às vezes as pessoas abusam, comentem erros, ou simplesmente têm ou tiverem um mau aconselhamento a este nível e esquecem-se que a usabilidade daquilo que apresentam é o essencial.</p>
<h2>1 &#8211; Keywords em Comentários</h2>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/comentarios.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2684" title="comentarios" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/comentarios.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Exemplo 1: <a href="http://www.maistrafego.pt/linkbuilding-e-backlinks-para-sites-novos#comment-2738" target="_blank">Ver aqui</a> (Devia estar muito bem disposto para ter aceite este comentário)</p>
<p>Esta é sem dúvida a que mais confusão me faz e provavelmente a que mais idiota vos faz parecer. A colocação de keywords nos campos de comentários é provavelmente a técnica que pior deixa os vossos sites vistos. Todos sabemos que os backlinks têm uma importância enorme no posicionamento dos nossos sites. O problema é que a maior parte das pessoas pensa que estes links são fáceis de obter. A verdade é que não são, e apenas os links relevantes têm algum resultado significativo. Na maior parte dos blogs é possível colocar as keywords para certa URL, ora os &#8220;chicos-espertos&#8221; acham isto uma maravilha, pois existem milhares de blogs bem posicionados e dispostos a receber qualquer tipo de comentário. Sim&#8230; ok. Não fosse a maioria dos blogs incluir a <em>rel=nofollow</em> nos links dos comentários, parece que se esquecem dessa parte. Esta tag significa que nenhum &#8220;juice&#8221; (pagerank) irá passar para o vosso link, logo os efeitos que estes links poderão ter a nível de posicionamento é algo irrelevante. Ou seja, usem o vosso nome, contribuam com qualidade, que de certeza mais depressa vão ganhar visitas do que ter qualquer outro tipo de vantagem.</p>
<h2>2- Encher o conteúdo de keywords</h2>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/keywords.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2696" title="keywords" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/keywords.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Exemplo 2: <a rel="nofollow" href="http://www.jogosdecarros.pt/" target="_blank">Ver aqui</a></p>
<p>Todos já percebemos que se queremos ser encontrados para certa pesquisa, é natural que esse termo tenha de estar presente na página. Até aqui tudo bem, faz sentido. No entanto, isto feito por alguém que saiba o que está a fazer acontece naturalmente, sem grande esforço. Claro que inserir o termo uma ou duas vezes aqui e ali, pode ajudar, se a frase não estiver a sair naturalmente. Mas há pessoas que levam isto ao extremo e pensam que quanto mais keywords plantarem, mais frutos vão colher. Tenho uma má notícia a dar-vos, isto do SEO pouco ou nada está relacionado com a plantação de árvores de fruto.</p>
<h2>2.1 &#8211; Mais keywords</h2>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/keywords2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2702" title="keywords2" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/keywords2.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Exemplo 2.1: <a rel="nofollow" href="http://www.educaedu.com.pt/" target="_blank">Ver aqui</a></p>
<p>No seguimento do exemplo anterior em que se plantam keywords em número excessivo no meio dos textos. Este para mim, a nível de usabilidade é ainda mais estúpido e idiota. Plantar keywords no above the fold the um site, sem qualquer sentido, explicação, ou funcionalidade para o utilizador, apenas a pensar nos motores de pesquisa. É algo idiota, e na minha visão uma técnica muito cinzenta (Grey hat SEO) de fazer as coisas.</p>
<h2>3 &#8211; Encher o título de keywords</h2>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/titulos.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2705" title="titulos" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/titulos.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Exemplo 3: <a rel="nofollow" href="http://aeiou.expressoemprego.pt/" target="_blank">Ver Aqui</a></p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/titulos2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2706" title="titulos2" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/titulos2.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Exemplo 3.1: <a rel="nofollow" href="http://emprego.sapo.pt/" target="_blank">Ver Aqui</a></p>
<p>O título, neste caso o elemento <em>&lt;title&gt;</em> é um dos principais a ter em conta na optimização de sites e um dos factores mais relevantes no posicionamento das SERPs. Incluir as principais keywords no título é de facto algo a ter em conta numa boa optimização e algo que certamente vos fará subir na pesquisa dessa determinada keyword. No entanto as pessoas esquecem-se que um título serve para resumir ou descrever de forma sucinta o conteúdo de determinada página. E como não podia deixar começam a fazer as coisas mal feitas, como por exemplo, repetir keywords ou pecar pelo exagero. Lembrem-se que este elemento é aquele que está em maior destaque quando o utilizador vê a vossa página no motor de pesquisa. Como tal, é bom que esteja bem construído, que de informação útil e sobretudo que não afaste os utilizadores de chegarem ao vosso site.</p>
<h2>4 &#8211; Pedir troca de links</h2>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/mails.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2712" title="mails" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/mails.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>As <a href="http://www.maistrafego.pt/a-importancia-da-troca-de-trafego" target="_blank">trocas de links</a> são algo importante.  Principalmente entre sites do mesmo nicho. É uma situação win-win em que para além de existir benefícios a nível SEO, existe o benefício da troca de tráfego, que é mais importante, pois a troca de links acaba por anular-se uma à outra em termos de juice.</p>
<p>No entanto, há que saber fazer as coisas. Não entrem no desespero de enviar dezenas de mails por dia a pedir trocas de links. Pois os webmasters desses sites, acreditem que ficam mais desesperados quando recebem eles dezenas de mails diariamente a pedir troca de links. Por isso a minha sugestão, é que falem com as pessoas, façam amizades, &#8220;linkem&#8221; para sites sem esperar um link em retorno. E sobretudo não aceitem tudo o que vos aparece à frente pois de certeza que vão parar onde não querem, que é ao fundo do index dos motores de pesquisa.</p>
<p>PS: E principalmente não se enganem no nome do site que estão a tentar contactar.</p>
<h2>5- Excesso de Links internos</h2>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/internos.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2716" title="internos" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/internos.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Exemplo 5: <a href="http://blog.pai.pt/2010/09/29/aplicaca-iphone-download/" target="_blank">Ver Aqui</a></p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/internos2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2717" title="internos2" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/internos2.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Exemplo 5.1: <a href="http://www.searchmarketing.pt/" target="_blank">Ver Aqui</a></p>
<p>Deixei este ponto para o final de propósito, pois vou linkar dois exemplos, que não foram os melhores conseguidos mas como ambas as empresas trabalham nesta área, uma ao nível de prestações de <a href="http://www.searchmarketing.pt/" target="_blank">serviços de seo</a> e outra a um nível mais <a href="http://blog.pai.pt" target="_blank">seo corporativo</a>, e como ambas até fazem um <strong>óptimo trabalho</strong>, achei que era pertinente fazê-lo (só para implicar, não levem a mal). O uso dos links internos é uma óptima técnica para optimizar os sites, talvez das mais eficientes actualmente. Pois facilita a navegação do leitor pelos conteúdos antigos e contextualiza-o naquilo que estamos a falar. No entanto, é essencial não pecar pelo exagero, pois o mais importante é que o leitor consiga ler o conteúdo e não se perca entre as palavras e links.</p>
<p>Espero que tenham gostado do artigo, até uma próxima! E boas optimizações.</p>
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		<title>Um Excelente Design Vale O Seu Peso Em Ouro?</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 15:32:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanderley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu já escrevi no passado que não existe desculpa para um mau design e fi-lo por diversas razões, mas principalmente porque o suporte hoje em dia no que diz respeito a design é gigantesco. Isto significa que mesmo sem grandes conhecimentos nesta área, é possível criar um website com um bom aspecto e que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.jersonwanderley.com/wp-content/uploads/2010/10/design.jpg"></a><a rel="attachment wp-att-2449" href="http://www.maistrafego.pt/um-excelente-design-vale-o-seu-peso-em-ouro/imagem-1"><img class="alignnone size-full wp-image-2449" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/10/Imagem-1.jpg" alt="Design" width="560" height="235" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Eu já escrevi no passado que não existe desculpa para um mau design e fi-lo por diversas razões, mas principalmente porque o suporte hoje em dia no que diz respeito a design é gigantesco. Isto significa que mesmo sem grandes conhecimentos nesta área, é possível criar um website com um bom aspecto e que se enquadre dentro dos parâmetros de qualidade do design moderno. Mas esta facilidade de acesso ao que eu estou aqui a chamar de &#8220;<strong>bom design</strong>&#8221; acabou por deixar uma questão muito importante no ar e que tem incomodado webdesigners um pouco por todo o mundo: <strong>Será que um excelente design vale o seu peso em ouro?</strong> <strong>Será que vale a pena pagarmos balúrdios por um trabalho de design?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Com os clubes de temas como a <strong>ThemeForest</strong> a terem um sucesso estrondoso e a serem cada vez mais utilizados, são menos os colegas que recorrem aos webdesigners para a criação de visuais atractivos para os seus websites. <strong>Verdade seja dita, se por cerca de 40 euros é possível comprar uma theme com uma qualidade de design razoável, então para quê gastar centenas ou milhares com um webdesigner?</strong></p>
<p style="text-align: justify">É claro que eu comecei este artigo com uma abordagem simplista, e nesta abordagem parece que o trabalho do webdesigner tornou-se de certa forma obsoleto, ou seja, parece que já não precisamos de recorrer a estes serviços.</p>
<h3 style="text-align: center"><strong>Será verdade? </strong></h3>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Eu acredito que não</strong>, acho que esta questão é de facto pertinente e muito interessante, mas a <strong>resposta </strong>vai depender da forma como olhamos para o mercado e acima de tudo, ela <strong>irá depender dos nossos próprios objectivos</strong>. A realidade é que o trabalho de um webdesigner nunca se vai tornar obsoleto, <strong>porque ele é</strong> tal como o pintor ou como o músico,<strong> um artista</strong>. E caros colegas, o trabalho de um artista muito dificilmente se torna obsoleto, porque ele possui uma característica que combate isso mesmo, <strong>a unicidade</strong>.</p>
<p style="text-align: justify">Durante os últimos anos, alguns webdesigners têm revelado publicamente o seu descontentamento para a forma como anda o mercado. Uns queixam-se da concorrência desleal de pseudo-profissionais que afastam os potenciais clientes de um trabalho bem feito, outros lamentam o facto da maior parte dos clientes ainda não conseguir compreender a importância que tem o seu trabalho.</p>
<p style="text-align: justify">O mercado de hoje encontra-se numa fase de evolução interessante, por um lado eu não tenho qualquer dúvida que o trabalho do webdesigner pode ser muito valioso, pelo outro também é verdade que é fácil para o webmaster que pouco ou nada percebe de webdesign, construir um projecto relativamente sólido nesse aspecto.</p>
<p style="text-align: justify">Mas depois da introdução a questão ainda continua por responder. <strong>Será que um excelente design é assim tão valioso? Será um absurdo pagar centenas, milhares, ou centenas de milhares pelo trabalho de webdesign?</strong></p>
<h3 style="text-align: justify"><strong>1º- Sim, O Design É Importante</strong></h3>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify">Já chegou a altura de todos os webmasters compreenderem que <strong>o design é de facto importante</strong>. Em &#8220;<strong><a href="http://www.maistrafego.pt/conteudo-vs-design">Conteúdo VS Design</a></strong>&#8221; eu tentei deixar isso bem claro, nós precisamos de compreender que <strong>o design pode e deve fazer parte de uma estratégia de comunicação</strong>. A boa notícia é que hoje em dia muitos webmasters já começam a perceber que que é preciso investir nesta área, o que não significa que todos os websites devem ser autênticas &#8220;<strong>obras primas</strong>&#8220;, significa sim que é um dos elementos importantes no acto de comunicação com os visitantes e seguramente que no primeiro impacto pode ser fundamental.</p>
<p style="text-align: center"><strong>&#8220;O bom design (&#8230;) tem de ser  uma &#8220;arma&#8221; de comunicação extremamente eficaz entre o site e o público  alvo&#8230;&#8221; <a title="Posts de Carlos Gandra" href="http://www.maistrafego.pt/author/ac99/">(Carlos Gandra)</a></strong></p>
<p style="text-align: justify">A frase de cima resume bem a importância que tem o design nos websites modernos, eu vou um pouco mais longe e acrescento que sempre foi assim, mesmo antes de existir Internet já se percebia que o design podia de facto ser uma &#8220;<strong>arma</strong>&#8221; muito poderosa:</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.jersonwanderley.com/wp-content/uploads/2010/10/propaganda-nazi.jpg"></a><a rel="attachment wp-att-2450" href="http://www.maistrafego.pt/um-excelente-design-vale-o-seu-peso-em-ouro/imagem-2"><img class="alignnone size-full wp-image-2450" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/10/Imagem-2.jpg" alt="Propaganda Nazi" width="481" height="688" /></a></p>
<p style="text-align: center"><strong>Fonte Da Imagem: <a href="http://www.ilord.com/">ilord</a></strong></p>
<p style="text-align: justify">Nos tempos da <strong>Segunda Guerra Mundial</strong> por exemplo, nos inúmeros folhetos espalhados quer pelos nazis quer pelas forças aliadas, já se notava uma grande preocupação com o design que era utilizado para transmitir a mensagem com maior eficácia. Isto não é nenhum segredo, por esta altura acho que todos os webmasters que estão a ler o artigo já dizem: &#8220;</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center"><strong>&#8220;Ohhh sim, que grande novidade nos estás a dar!!&#8221;</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Eu sei que me estou a repetir e sei que muitos colegas meus já disseram o mesmo, mas quando analisamos novos projectos que são apresentados todas as semanas no <a href="http://forum.maistrafego.pt/"><strong>fórum</strong></a>, parece que andamos a falar para o boneco. Nós ainda temos uma tendência para ignorar um pouco o design, isso acontece porque se costuma repetir por aí muito que &#8220;<strong>Content Is King</strong>&#8220;, uma frase que faz todo o sentido mas à qual não devemos acrescentar &#8220;<strong>and the rest isn&#8217;t anything</strong>&#8221; porque é um erro tremendo. O conteúdo é importante, mas o &#8220;<strong>pacote</strong>&#8221; também:</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.jersonwanderley.com/wp-content/uploads/2010/10/chocolate.jpg"></a><a rel="attachment wp-att-2457" href="http://www.maistrafego.pt/um-excelente-design-vale-o-seu-peso-em-ouro/imagem-3"><img class="alignnone size-full wp-image-2457" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/10/Imagem-3.jpg" alt="Chocolate" width="560" height="376" /></a><br />
<span style="color: #000000"> </span></p>
<p style="text-align: center"><strong><span style="color: #000000">Fonte Da Imagem: <a href="http://www.flickr.com/photos/davidchief/3937482124">davidChief</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify">Um bom exemplo é o dos produtos alimentares, será que nós olhamos para um chocolate e julgamos que somos apenas atraídos pelo que está no interior da embalagem? É claro que se já estivermos fidelizados o design e impacto da apresentação visual não será tão determinante, mas e para quem nunca experimentou? É exactamente assim que devemos olhar para o nosso website, são só <strong>pensando nos utilizadores que já o visitam frequentemente mas pensando também naqueles que o visitam pela primeira vez</strong>:</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.barleysgville.com/"></a><a href="http://www.barleysgville.com/"><img class="size-full wp-image-2458 aligncenter" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/10/Imagem-4.jpg" alt="Barley's Greenville" width="550" height="342" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Na imagem de cima podemos ver que para o restaurante <a href="http://www.barleysgville.com/"><strong>Barley&#8217;s Greenville</strong></a>, uma boa comunicação com um novo visitante é muito importante. <strong>E porque não aproveitar até mesmo um website de um restaurante para comunicar?</strong> Isto é a prova de que até os pequenos negócios não só querem uma presença na <strong>Internet</strong>, como querem que ela seja eficaz.</p>
<p style="text-align: justify">Agora que já estabelecemos que o design é importante (mais uma vez, até me canso de repetir isto) já podemos adicionar um elemento de peso na construção da resposta à pergunta que faz o título deste artigo. Continuemos então para o segundo ponto.</p>
<h3 style="text-align: justify"><strong>2º- Um Bom Design Com Poucos Recursos</strong></h3>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://www.jersonwanderley.com/wp-content/uploads/2010/10/exemplo.png"></a><a rel="attachment wp-att-2459" href="http://www.maistrafego.pt/um-excelente-design-vale-o-seu-peso-em-ouro/imagem-5"><img class="alignnone size-full wp-image-2459" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/10/Imagem-5.png" alt="Tema WordPress" width="590" height="300" /></a><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center"><strong>Imagem De Tema Premium Para WordPress: <a href="http://themeforest.net/item/time-for-food-for-wordpress/60079">Time For Food</a></strong><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify">Nesta fase tu já sabes que o design é um elemento muito importante do teu projecto online, isto significa que parte do teu tempo vai ser perdido no sentido de conseguires encontrar o visual que melhor se adapta às necessidades dele. Aqui tens várias alternativas:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li><strong>a) És um webdesigner com capacidade e skills suficientes para criares o teu próprio design;</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify">Neste primeiro caso, parte do problema está resolvido, se és um webdesigner então basta muita investigação, questionar os leitores, realizar testes que mais cedo ou mais tarde vais conseguir obter o visual que pretendes.</p>
<ul style="text-align: justify">
<li><strong>b) Não és um webdesigner mas podes investir;</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify">Não percebes nada de webdesign mas estás numa posição em que podes investir. Neste caso  tarefa também é mais fácil, apenas precisas de encontrar um profissional com capacidade para realizar o trabalho.</p>
<ul style="text-align: justify">
<li><strong>c) Não és webdesigner e tens poucos recursos o que torna impossível grandes investimentos.</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify">A boa notícia é que (tal como já escrevi na introdução)<strong> hoje em dia um webmaster sem grandes conhecimentos de webdesign e com poucos recursos, pode de facto criar um website com um  bom aspecto e que se enquadre dentro dos parâmetros de qualidade do  design moderno</strong>. A resposta está nas themes espalhadas por esta web fora.</p>
<p style="text-align: justify">Suponhamos que tu queres iniciar um projecto mas ainda és novato nestas andanças, vamos supor também que escolhes o <a href="http://pt.wordpress.org/"><strong>WordPress </strong></a>porque regra geral é o <strong>CMS </strong>mais recomendado para quem está a começar. Vais ter à tua disposição uma quantidade absurda de themes que podes aplicar no teu website literalmente com apenas alguns cliques. Essas themes podem ser grátis ou pagas, mas como neste artigo eu refiro-me apenas a um nível de qualidade a partir do razoável, vamos colocar as grátis de parte e concentrar as nossas atenções apenas nas pagas.</p>
<p style="text-align: justify">O que podes fazer é recorrer aos muito populares clubes de themes:</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://themeforest.net/"></a><a href="http://themeforest.net/"><img class="alignnone size-full wp-image-2460" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/10/Imagem-6.jpg" alt="" width="350" height="192" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Um dos mais populares clubes é o <a href="http://themeforest.net/"><strong>ThemeForest</strong></a> que possui uma enorme quantidade de themes à venda, não só para <a href="http://pt.wordpress.org/"><strong>WordPress</strong></a><strong> </strong>mas também para outros <strong>CMS</strong>. Os preços variam e adequam-se a todas as carteiras, por alguns euros é possível colocar as mãos em themes que são efectivamente boas, por vezes até muito boas.</p>
<p style="text-align: center"><strong>&#8220;Não há desculpa para um mau design&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: justify">É fácil de compreender que hoje existem muito poucas desculpas que justifiquem um mau design, o que não significam que existam excepções sobre a qual vou escrever um pouco mais à frente, mas a verdade é que com tantas themes por aí é difícil criarmos um projecto e não lhe conseguirmos dar uma aparência decente, será preciso muita displicência para que isso aconteça.</p>
<p style="text-align: justify">Mas vamos agora voltar ao título para realizarmos uma última distinção e fechar este ponto:</p>
<ul>
<li><strong>1º- Ficou estabelecido que os clubes de temas podem ser uma ajuda preciosa principalmente para o webmaster que pouco ou nada percebe de webdesign;</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>2º- Ficou estabelecido que estes clubes por vezes possuem themes de grande qualidade.</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: center">Mas apesar das vantagens dos clubes de temas, existem também desvantagens:</p>
<p style="text-align: center"><strong>&#8220;Algo que eu tenho reparado(&#8230;) é que os themes mais recentes que se podem ver por exemplo  na ThemeForest, são uma repetição, mais do mesmo, sem nada de novo e  tudo dentro do mesmo estilo, é tudo feito para um determinado mercado  (corporate, themes tão profissionais que se tornam feios e sem brilho) e  os outros (magazine style, etc) ficaram de lado.&#8221;(</strong><strong><a title="Posts de Carlos Gandra" href="http://www.maistrafego.pt/author/ac99/">Carlos Gandra</a>)</strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://www.jersonwanderley.com/wp-content/uploads/2010/10/temas.jpg"></a><a rel="attachment wp-att-2461" href="http://www.maistrafego.pt/um-excelente-design-vale-o-seu-peso-em-ouro/imagem-7"><img class="size-full wp-image-2461 aligncenter" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/10/Imagem-7.jpg" alt="Temas" width="560" height="220" /></a><br />
</strong><strong> </strong><strong>&#8220;A questão dos themes, tem mais a ver com a evolução dos designers.  Começam a construir as suas próprias frameworks, ou a agarrar nas  disponíveis e depois é fazer produtos. Ou seja, mudam o layout, fazem  uma variação para corporate outra para portefólio e está feito. O layout  em si é sempre o mesmo&#8221; (<a href="http://www.maistrafego.pt/author/admin">Nuno</a>)</strong></p>
<p style="text-align: justify">Se dermos uma olhadela rápida para os <strong>clubes de temas</strong> vamos perceber que existe um <strong>problema óbvio de repetição de designs e conceitos</strong>. Existem variações, umas mais inteligentes do que outras, mas de facto os layouts parecem sempre os mesmos. Por alguma razão os preços são baixos não é verdade?  <strong>Há uma limitação óbvia quando escolhemos um design já existente para um projecto, porque ele não foi especificamente projectado para o nosso website.</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Pergunta:</strong> Se pode funcionar?</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Resposta:</strong> É claro que pode.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Pergunta:</strong> Se funciona melhor do que um design exclusivo?</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Reposta:</strong> Não, nunca poderá funcionar melhor.</p>
<p style="text-align: justify">Posto isto, não há dúvidas que os clubes de temas são uma excelente alternativa sobretudo quando não existem muitos recursos nem dinheiro para investir. Não tenham dúvidas que no <strong><a href="http://forum.maistrafego.pt/">fórum</a></strong> nós somos os primeiros a recomendar que os utilizem sempre que for necessário. Mas <strong>não podemos comparar estes designs acessíveis a todos, com um design exclusivo que foi metodicamente pensado para se encaixar na perfeição com um determinado projecto.</strong></p>
<h3 style="text-align: justify"><strong>3º- Um Mau Design pode ser um Bom Design?</strong></h3>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify">Ao tentarmos descobrir se a obtenção de um excelente design vale a utilização de muitos recursos e grandes investimentos, vamos sempre &#8220;<strong>chocar</strong>&#8221; com uma realidade incontornável, existem websites com designs aparentemente básicos, mas que têm um sucesso enorme.</p>
<h4 style="text-align: center"><strong>CraigList &#8220;Keep It Simple&#8221;</strong></h4>
<p style="text-align: center"><a href="http://lisbon.pt.craigslist.pt/"></a><a href="http://lisbon.pt.craigslist.pt/"><img class="alignnone size-full wp-image-2462" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/10/Imagem-8.jpg" alt="" width="560" height="318" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://lisbon.pt.craigslist.pt/"><strong>Craiglist</strong></a> é um exemplo perfeito, o design é simples, pode ser considerado feio e de certeza que está ao alcance de qualquer um. Mas nós como webmasters que somos, temos que olhar para a &#8220;<strong>big picture</strong>&#8220;:</p>
<ul>
<li><strong>1º &#8211; É importante relembrar que um bom design não significa ter o visual mais espectacular do mundo;</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>2º- Existem websites que podem ter designs simples;</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>3º- Não podemos confundir simplicidade com um mau design;</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify">Nós podemos dizer que o <strong>Craiglist </strong>não é o website em termos de design mais potente que anda por aí, mas a realidade é que para o que se propõe ele não necessita de grandes floreados. Isto não significa que o website não tenha falhas, porque ele tem e não são poucas, mas <strong>na sua missão de satisfazer o melhor possível as necessidades dos clientes, ele faz um bom trabalho</strong>. É simples, rápido e não nos faz perder tempo de forma desnecessária, se de um momento para o outro nós transformássemos o design do website para algo muito actual, cheio de funcionalidades e bonito de se ver, talvez os utilizadores não ficassem satisfeitos, especialmente se em vez de perderem um segundo a realizar uma tarefa, começassem a perder cinco.</p>
<ul>
<li><strong>Mas a Craiglist é um exemplo de que o design não é importante?</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify">Eu não iria tão longe, tal como em todos os websites o design é importante, não foi por acaso que mencionei em cima que se ele fosse totalmente transformado os utilizadores poderiam não ficar satisfeitos, logo <strong>o design é fundamental na interacção com com o utilizador</strong>, quanto mais não seja porque contribui em grande para agilizar os processos.</p>
<ul>
<li><strong>Mas a Craiglist podia ser melhor?</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify">É claro que sim, podia ser muito melhor.</p>
<ul>
<li><strong>Então porque não é melhor?</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify">No mundo do webmastering curiosamente a expressão &#8220;<strong>em equipa que ganha não se mexe</strong>&#8221; é importante e alguns profissionais levam-na muito a sério. O website da Craiglist funciona bastante bem, apesar de ser básico, apesar de alguns problemas, os clientes estão consideravelmente satisfeitos e enquanto essa satisfação se mantiver em níveis elevados, não existe assim tanta necessidade de modificações.</p>
<ul>
<li><strong>Então um design simples e barato funciona?</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify">Esta é uma pergunta difícil de responder, se eu disser que não, vocês colocam milhões de exemplos de que funciona, se eu disser que sim vão rapidamente presumir que não vale a pena investir no design. A resposta é:</p>
<h3 style="text-align: center"><strong>Sim e não.</strong></h3>
<p style="text-align: justify"><strong>E que tal, agora consegui proteger todos os lados não? (:</strong></p>
<p style="text-align: justify">Parece mentira mas não é. De facto todos sabemos que <strong>um design simples e barato pode funcionar</strong> e nesta medida a resposta é sim, mas ela não fica por aqui. Como eu já referi em cima, é <strong>óbvio que um website relativamente simples pode sobreviver e ter sucesso com um design básico, mas não podemos esperar que o mesmo aconteça em projectos mais complexos.</strong></p>
<p style="text-align: justify">É verdade que ainda existem muito projectos, alguns até bem complexos que não possuem designs à altura e têm sucesso. Isto acontece porque nós vivemos numa fase que eu gosto de chamar de &#8220;<strong>transição</strong>&#8220;, ou seja, <strong>por um lado o utilizador comum começa a despertar e a dar importância ao design, pelo outro ele ainda deixa passar um mau design caso o website cumpra relativamente bem a sua função.</strong></p>
<ul>
<li><strong>Então o que fazer?</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify">Eu acredito que <strong>nós devemos dar mais importância ao design</strong>, os webmasters que não lhe ligavam muito devem repensar a sua estratégia e aqueles que já lhe davam atenção devem continuar a pensar em melhorar. Se reparem <strong>nos últimos tempos, muitos websites têm trabalhado a sua imagem</strong>: <strong>Google</strong>, <strong>Youtube</strong>, <strong>Sapo</strong>, <strong>CNN</strong>, <strong>Digg </strong>sabemos que o <strong>MySpace </strong>surgiu também com um novo design e são muitos mais os websites que se adaptam a estes novos tempos.</p>
<h3 style="text-align: justify"><strong>4º- O que Define Um Excelente Design</strong></h3>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify">Começamos agora a entrar num dos pontos mais importantes de toda esta abordagem, a velha questão do que é de facto um excelente design. Sempre que tenho uma discussão sobre design com alguns colegas, geralmente ela dissipa-se nas opiniões de cada um e há o hábito de se dizer:</p>
<p style="text-align: center"><strong>&#8220;Um bom design para mim pode não ser um bom design para ti&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: justify">Esta afirmação não está no entanto totalmente correcta, é verdade que realmente o nosso conceito de beleza varia e isso é um facto, mas <strong>um excelente design (e volto mais uma vez a repetir-me) não está apenas relacionado apenas com a beleza estética</strong>, existem outros factores bem mais importantes.</p>
<p style="text-align: center"><strong>&#8220;Um bom design deve ser simples, marcar no primeiro impacto, satisfazer   requisitos do site e do utilizador e deixar um carimbo mental que não   permita o esquecimento.&#8221; (<a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?action=profile;u=3307">José Oliveira</a>)</strong></p>
<p style="text-align: justify">O <strong>José Oliveira</strong> resumiu numa frase basicamente os desejos de um webmaster no que diz respeito ao design, ou pelo menos os desejos de um webmaster que se preocupa com o design. Ele quer algo capaz de causar impacto, capaz de satisfazer as necessidades do utilizador e faz uma referência ao tal &#8220;<strong>Carimbo Mental</strong>&#8221; algo que só é possível recorrendo a técnicas específicas.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.youtube.com/"></a><a href="http://www.youtube.com/"><img class="alignnone size-full wp-image-2463" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/10/Imagem-9.jpg" alt="Youtube" width="560" height="360" /></a></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Agora tendo como referência às palavras do José, vamos olhar para o <a href="http://www.youtube.com/"><strong>Youtube </strong></a>que festejou há dias <strong><a href="http://youtube-global.blogspot.com/2010/10/1-billion-subscriptions-and-counting.html">o 1 bilião de subscritores</a></strong>. <strong>Não é engraçado ele ser literalmente aquilo que foi mencionado?</strong> Ele é simples, causa um bom primeiro impacto e tão cedo nós não nos esquecemos dele. Foram algumas destas qualidades que o tornaram no maior website de vídeos de todo o mundo e as suas recentes alterações ao design reforçam isso mesmo.</p>
<p style="text-align: center"><strong>&#8220;Uma questão importante no design é sua optimização, um site bem   construído é bom, se for bem construído e bem optimizado melhor!   Optimização falo em standards, acessibilidade, usabilidade e seo.&#8221;</strong><strong>(<strong><a href="http://www.maistrafego.pt/author/admin">Nuno)</a></strong></strong></p>
<p style="text-align: justify">O <strong>Nuno </strong>aprofundou um pouco mais a questão e realçou um aspecto fundamental, que mais uma vez vai além da simples beleza estética, <strong>a optimização</strong>. Um excelente design precisa de cumprir muitos requisitos para ser apelidado de &#8220;<strong>excelente</strong>&#8221; e estar devidamente optimizado é muito importante:</p>
<p style="text-align: justify"><strong>1º- Um excelente website deve estar devidamente preparado para SEO;</strong></p>
<p style="text-align: justify">O quão importante é o SEO hoje em dia, alguns webmasters talvez defendam que é o mais importante. Um excelente design precisa de estar preparado para SEO porque será uma ajuda preciosa.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>2º- Um excelente website deve ser criado de acordo com os standards;</strong></p>
<ul>
<li>2.1 &#8211; O website usa o Doctype adequado e segue o respectivo standard W3C?</li>
<li>2.2 &#8211; O website usa CSS válido?</li>
<li>2.3 &#8211; o código está bem estruturado?</li>
</ul>
<p><strong>e por aí fora&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>3º- Um excelente website deve respeitar os princípios basilares da usabilidade e acessibilidade e até utilizá-los em seu proveito;</strong></p>
<ul>
<li>3.1 &#8211; Sabias por exemplo que os headings em HTML ( exemp. &lt;h1&gt;)  podem ser extremamente úteis para utilizadores cegos?</li>
<li>3.2 &#8211; Sabias que é um erro utilizar qualquer tipo de conteúdo que pisque ou tenha mudanças de cor mais de três vezes por segundo?</li>
<li>3.3 &#8211; Sabias que nunca deves permitir que um utilizador complete uma tarefa importante sem confirmação ou sem lhe dar a possibilidade de voltar atrás?</li>
<li>3.4 &#8211; Sabias que a melhor cor para os links é o azul?</li>
<li>3.5 &#8211; Sabias que as áreas de clique não devem ser minúsculas?</li>
</ul>
<p><strong>e por aí fora&#8230;</strong></p>
<p>Estes são apenas alguns dos factores a termos em conta quando tentamos perceber o que define um excelente design.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: center"><strong>&#8220;Um excelente design além de ter de ser limpo e apelativo aos olhos,   deverá ser standardizado (W3C, etc) e optimizado para os motores de   busca (SEO)&#8221; (<a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?action=profile;u=403">Asturmas</a>)</strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><a rel="attachment wp-att-2464" href="http://www.maistrafego.pt/um-excelente-design-vale-o-seu-peso-em-ouro/imagem-10"><img class="alignnone size-full wp-image-2464" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/10/Imagem-10.jpg" alt="SAPO" width="560" height="316" /></a><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify">Se olharmos para o recente redesign do <a href="http://www.sapo.pt" target="_blank"><strong>Sapo</strong></a>, vamos reparar que houve cuidado na parte estética, mas também grande trabalho em aspectos como a usabilidade e acessibilidade. Ele foi simplificado, o utilizador processa agora a informação com mais facilidade, não foi um redesign drástico, mas foi o redesign certo que melhorou consideravelmente a eficácia comunicativa do portal.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.whitehouse.gov/"></a><a rel="attachment wp-att-2465" href="http://www.maistrafego.pt/um-excelente-design-vale-o-seu-peso-em-ouro/imagem-11"><img class="alignnone size-full wp-image-2465" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/10/Imagem-11.jpg" alt="Casa Branca" width="555" height="534" /></a></p>
<p style="text-align: justify">O website da <a href="http://www.whitehouse.gov/"><strong>Casa Branca</strong></a> levou no ano passado um redesign também todo ele focado na usabilidade e acessibilidade, foi utilizado muito espaço branco, o website não só ficou mais simples como mais bonito e fácil de compreender. Isto significa uma coisa: <strong>maior preocupação com a qualidade da experiência do utilizador.</strong></p>
<p style="text-align: center"><strong>&#8220;Um bom design será aquele que leva o cliente a devorar a informação  presente com mais vontade ainda. O design deve acompanhar a qualidade do  conteúdo, dar-lhe um toque bonito e fazer com que a imagem seja um  complemento ao conteúdo. &#8221; (<a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?action=profile;u=4681">Ana Martelo</a>)</strong></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.visual-fusion.com/"></a><a rel="attachment wp-att-2466" href="http://www.maistrafego.pt/um-excelente-design-vale-o-seu-peso-em-ouro/imagem-12"><img class="alignnone size-full wp-image-2466" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/10/Imagem-12.jpg" alt="Visual Fusion" width="560" height="358" /></a></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">A <a href="http://www.visual-fusion.com/"><strong>Visual Fusion</strong></a> apresentou recentemente o seu novo design no <strong><a href="http://forum.maistrafego.pt/">fórum</a></strong>. Há claramente uma adaptação aos novos tempos, uma preocupação em fornecer ao visitante  informação relevante assim que ele entra, algo fundamental para websites de <strong>Service Providers</strong>. Eu destaco principalmente o trabalho &#8220;<strong>above the fold</strong>&#8221; que está &#8220;<strong>on the spot</strong>&#8221; e que contribui muito para o sucesso do processo de comunicação e melhoria da experiência de navegação.</p>
<p style="text-align: justify">Como foi possível percebermos, existe um grande número de factores que definem o que nós podemos chamar de &#8220;<strong>Excelente Design</strong>&#8220;. Primeiro necessitamos de analisar a parte técnica, pois ter um website bonito mas pouco funcional e mau programado é uma péssima ideia. Depois da parte técnica é altura então de percebermos se ele cumpre o seu papel: <strong>se causa um bom primeiro impacto</strong>; <strong>se é uma &#8220;arma&#8221; de comunicação eficaz</strong>; <strong>se deixa o tal &#8220;Carimbo Mental&#8221; nos utilizadores</strong>; <strong>se é limpo e apelativo ao olhar</strong>; <strong>se leva o utilizador a devorar a informação ainda com mais vontade</strong>; <strong>se acompanha a qualidade do conteúdo; se contribui positivamente para o processo comunicativo, se ajuda a melhorar a experiência de navegação do utilizador e claro, se esteticamente é bonito. </strong></p>
<h3 style="text-align: justify"><strong>5º- Um Excelente Design Vale O Seu Peso Em Ouro?</strong></h3>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify">Finalmente chegamos ao último ponto e ainda bem porque eu já estou farto de escrever. Optei por acabar este artigo com a resposta à questão colocada e de acordo com todos os dados que temos, só pode existir uma resposta: <strong>SIM!</strong></p>
<p style="text-align: justify">A realidade meus amigos é que um excelente design até pode não ter preço. Eu sei que por vezes nós ficamos surpreendidos com os preços absurdos pagos por determinados designs, que fique claro que eu não me estou a referir a esses. Falo sim de trabalhos de design que cumprem todos os requisitos que foram mencionados neste artigo.</p>
<p style="text-align: justify">Um excelente design pode <strong>garantir mais visitas</strong>; <strong>mais vendas</strong>; <strong>mais leitores fidelizados</strong>; <strong>mais credibilidade</strong>; <strong>mais compreensão por parte dos utilizadores</strong> e mais e mais e mais&#8230;</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Se é fácil criar um design excelente?</strong> É claro que não, envolve muito trabalho, muita investigação e mesmo depois de finalizado ainda se está longe da perfeição. O que o webmaster precisa de compreender é que um excelente design não vale meia dúzia de tostões, existem casos de redesigns que fizeram empresas ganhar milhares ou até milhões. Também não nos podemos esquecer que quando um webdesigner cria um design do nada, nós também estamos a pagar pelo valor do seu trabalho artístico.</p>
<h3 style="text-align: justify">Resumo:</h3>
<ul>
<li><strong>1º- O trabalho de um webdesigner nunca se vai tornar obsoleto, porque ele é um artista capaz de criar trabalhos únicos;</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>2º- O design pode e deve fazer parte de uma estratégia de comunicação;</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>3º- Hoje em dia sem grandes conhecimentos é possível ter um bom website;</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>4º- Não há desculpa para um mau design, afinal existem os clubes de temas;</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>5º- Os clubes de temas são uma boa alternativa para quem tem poucos recursos;</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>6º- Os clubes de temas possuem designs muito bons, mas sofrem de um problema de repetição e todos têm acesso a eles;</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>7º- Não podemos comparar estes designs acessíveis a todos com um  design exclusivo que foi metodicamente pensado para se encaixar na  perfeição com um determinado projecto;</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>8º- Existem websites com designs básicos e que têm um sucesso enorme;</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>9º- É importante relembrar que um bom design não significa ter o visual mais espectacular do mundo;</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>10º-  Existem websites que podem ter designs simples;</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>11º- Não podemos confundir simplicidade com um mau design;</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>12º- Um website relativamente simples pode sobreviver e ter sucesso  com um design básico, mas não podemos esperar que o mesmo aconteça em  projectos mais complexos.</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>13º- Nós devemos, à semelhança do que muitos websites têm feito ultimamente, dar mais importância ao design;</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>14º- Um excelente design (e volto mais uma vez a repetir-me) não está apenas relacionado apenas com a beleza estética;</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>15º- Um excelente design tem de estar optimizado;</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>16º- Um excelente design vale sem dúvida o seu preço e pode fazer maravilhas.<br />
</strong></li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify"><strong>Conclusão:</strong></h3>
<p style="text-align: justify">Um grande trabalho de design vale ouro, ao contrário do que se pode pensar por vezes um website muito simples pode  ter sido planeado ao pormenor. Conseguir comunicar com os visitantes enquanto ao mesmo tempo os deixamos satisfeitos e não os obrigamos a pensar, é uma tarefa extremamente complicada. Com pouco dinheiro o webmaster já se pode refugiar nos clubes de temas e conseguir um bom design, mas quando precisamos de algo mais específico, então recorrer a um webdesigner deve ser o próximo passo.</p>
<p style="text-align: justify">Mas cuidado, existem poucos webdesigners verdadeiramente completos por aí, muitos não têm noções sólidas de programação (algo que hoje em dia é necessário), outros não têm conhecimentos suficientes sobre usabilidade e acessibilidade. É importante trabalhar com os profissionais certos, não nos podemos deixar iludir apenas pelos preços, até porque a minha mãe sempre me ensinou que o barato sai caro.</p>
<p style="text-align: justify">Não me interpretem mal, o conteúdo continua a ser rei, mas &#8211; como eu já disse tantas vezes &#8211; o utilizador está a evoluir e os nossos websites devem acompanhar essa evolução. Não é uma tarefa fácil, mas nós temos de continuar a tentar e se amanhã o nosso website for melhor do que hoje, então estamos definitivamente no bom caminho&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">Até à próxima</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A importância da Troca de Tráfego</title>
		<link>http://www.maistrafego.pt/a-importancia-da-troca-de-trafego</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 15:42:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MestreAmateur</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Troca de Tráfego ou de visitas é um assunto que implica uma abordagem relativamente complexa mas que assume um papel importante nos tempos que decorrem. Pedia ao leitor que procura-se abstrair-se ao máximo enquanto lê este artigo. Em primeiro lugar, vamos definir aqui o conceito de trocas de tráfego: basicamente consiste no processo, &#8220;eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/10/troca1.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2411" title="troca1" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/10/troca1.png" alt="" width="576" height="232" /></a></p>
<p>A Troca de Tráfego ou de visitas é um assunto que implica uma abordagem relativamente complexa mas que assume um papel importante nos tempos que decorrem. Pedia ao leitor que procura-se abstrair-se ao máximo enquanto lê este artigo.</p>
<p>Em primeiro lugar, vamos definir aqui o conceito de trocas de tráfego: <strong>basicamente consiste no processo, &#8220;eu envio para ti e tu envias para mim&#8221;, e não mais do que isto.</strong></p>
<p>Uma noção importante que é preciso tomar em consideração é o conceito de tráfego. Vejamos o seguinte: Para que queremos ter um site? Para alguém o visitar &#8211; na maior parte das vezes (senão em todas), esta premissa é válida.</p>
<p><strong>Resta agora saber: Queremos quem a visitar-nos, ou seja, qual é o nosso público-alvo? </strong></p>
<blockquote><p>Tomem em consideração o exemplo, um site que venda livros quer ter visitantes que comprem livros, o que é que interessa ter visitantes que não leiam?</p></blockquote>
<p><em>Nota:</em><br />
Estou a referir-me a pessoas que leiam livros e não aos portugueses que leiam livros, isto para explicar que no Mundo existem 7 biliões de pessoas. Se focar o meu site para o mercado português, estou a reduzir o meu público para 10 milhões de pessoas, enquanto se o focar para o mercado internacional, aumento o meu público para toda a população Mundial (obviamente que me refiro a quem acede à web).</p>
<p>É mais que certo que nem todos têm acesso à Internet, pois bem, nesse caso entra o conceito de probabilidades que se traduz no problema: &#8220;Quantos mais visitantes que gostem de ler entrarem no meu site, mais hipóteses tenho de fazer uma venda&#8221;. Digamos que, 10% dos visitantes que o site tem compram livros, se o site tiver 100 visitas por dia, 10 vão comprar um livro. No caso de o site ter 1000 visitas, então vão ser vendidos 100 livros e por aí fora…</p>
<p>Sem dúvida que esta análise não é assim tão linear, mas é uma aproximação do que acontece na prática. Quantas mais visitas o site tiver maior é a probabilidade de converter. Estes dados são mais fáceis de verificar no caso de vendas, porque quanto aos clicks, há sempre alguém que vai clicando, enquanto nas vendas, pode existir um elevado número de pessoas que clicam mas não compram.</p>
<blockquote><p><strong>Se o intuito de ter um site de vendas de livros é vender, então, quanto mais vendas, melhor. Se isto é válido, então quantas mais visitas, melhor.<br />
</strong></p></blockquote>
<p><strong>Origem das Visitas:</strong></p>
<ol>
<li>Visitas Directas;</li>
<li>Visitas dos motores de pesquisa;</li>
<li>Vistas que provêm de outros sites.</li>
</ol>
<h2></h2>
<h2><strong>1) Visitas directas</strong></h2>
<p>Estas visitas são as mais importantes, podem ser chamadas de &#8220;bookmarks&#8221;. Quantas mais conseguir melhor. Porque é que são as mais importantes? São, pelo simples facto de que foram directamente ao site, ou porque memorizaram o site e o escreveram no browser, ou porque têm-no adicionado nos favoritos ou porque alguém lhes recomendou o site.<br />
O índice de visitas directas descreve a adesão do site, se boa ou má. Pode-se partir do principio que quem entra directamente é porque gostou do que viu, porque no site existe a informação que pretende, entre outros.</p>
<p><em>Nota:</em><br />
Alguém enviou um mail a um amigo com o nosso link a recomendar-nos. Bem aqui a parte de enviarem o email com o nosso link é subjectiva, e pode ser considerada como uma visita directa e não tanto uma visita que proveio de outros sites. Já agora, o mesmo caso aplica-se para quem escreve o nome do nosso site nos motores de busca, há quem vá sempre primeiro aos motores de busca e depois escreva o nome do site para lá ir dar, até porque muitos têm os motores de busca como o google na Página Inicial.</p>
<h2></h2>
<h2><strong>2) Visitas que vêm dos motores de pesquisa</strong></h2>
<p>Visitas que vêm dos motores de pesquisa são aquelas em que o visitante sabe o que quer, mas não sabe onde encontrar a informação que quer, entao vai procurar a informação através de keywords nos motores de pesquisa. Há quem diga que estas visitas são muito boas e são as que convertem mais (converter = o site obteve algum rendimento económico, seja por uma venda, seja por um click), no entanto e com 300.000 domínios registados por dia começa-se a verificar que a concorrência aumenta cada vez mais, existem cada vez mais sites o que faz com que os motores de pesquisa não consigam indentificar facilmente o site que a pessoa procura de facto.<br />
Imaginemos o site de venda de livros, se existirem 50 sites que vendam livros, porque é que os motores de pesquisa hão de indicar o nosso em primeiro? Parte-se do principio que todos sabem que os motores de pesquisa funcionam com algoritmos e não têm pessoas a escolher quais são os melhores sites. Muito resumidamente, indicam o nosso em primeiro lugar se acharem que tem o que as pessoas querem encontrar. Este processo demora tempo, anos até, <strong>o que faz com que seja desmotivante ter um site e não ter visitas</strong>.</p>
<h2></h2>
<h2><strong>3) Visitas que provêm de outros sites</strong></h2>
<p>Visitas que provêm de outros sites são visitas que de alguma maneira clicaram num link que estava ligado ao nosso site, neste caso o objectivo é obter visitas que se enquadrem com o nosso público alvo e é nestas visitas que nos vamos focar agora.</p>
<h3></h3>
<h3>Visitas de Outros Sites</h3>
<p>Temos 2 tipos, ou alguém gostou do site colocou no site dessa pessoa um link para o teu site e essas visitas não são chamadas trocas mas não deixam de ser de outros sites.</p>
<p><strong>Ou houve uma troca, de banners ou de links</strong>. Recebo visitas porque também envio para a troca que fiz.</p>
<p>Bem até aqui penso que está tudo bem, agora vamos à parte importante que é por isso que escrevi o artigo.</p>
<p>Imaginemos que temos um site de turismo e que conseguimos trocar um banner ou um link com outro site de turismo, de viagens, ou qualquer outro dentro do mesmo tema. Estamos a Aumentar as nossas visitas, tudo bem.</p>
<p><strong>Mas agora vejamos, e se o site com quem efectuamos uma troca também estabelecer trocas com outros sites? o que é que acontece?</strong></p>
<p>Vamos pensar no seguinte, quando criamos um site colocamos o site nos motores de pesquisa ou menos que nem coloquemos ele vai acabar por ter visitas dos motores de pesquisa, poucas ou muitas é indiferente, mas vai.</p>
<p>Ou seja, todos os sites acabam por ter visitas dos motores de pesquisa. Agora pensamos assim, as pessoas que vêem à Internet são em número limitado do tipo &#8220;há cerca de 1milhão de Portugueses que usam a Internet diariamente (<em>o valor foi inventado</em>)&#8221;.</p>
<p>Então se o número é limitado e todos os sites acabam por ter visitas do google, as pessoas que clicarem nas trocas (banners ou links) vão andar a circular de site em site, até que encontrem o que &#8220;pretendem&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/10/troca2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2412" title="troca2" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/10/troca2.png" alt="" width="576" height="232" /></a></p>
<p>A imagem demonstra isso mesmo, temos os motores de busca que alimentam as trocas de tráfego (setas Azuis) e que fazem os visitantes circular de site em site sem voltar a pesquisar de novo.</p>
<p>E temos as setas laranja a apontar para a conversão que são os visitantes que no &#8220;turbilhão&#8221; de trocas acabaram por converter num site.</p>
<blockquote><p><strong>Em teoria, hoje converteu no teu site, amanha converte no meu. Sempre sabendo que quantas mais visitas tiver maior é a probabilidade de conversão.</strong></p></blockquote>
<p><em>Nota:</em><br />
As visitas directas também alimentam as trocas, mas não falei delas porque quando se começa tem-se poucas ou mesmo que se tenha muitas, elas vão ao meu site porque gostam do meu site e não porque não conhecem outros sites (isto é importante também de se perceber).</p>
<h2></h2>
<h2><strong>Aumentar as Visitas com Trocas</strong></h2>
<p>Imaginemos o seguinte, temos neste momento 200 visitas diárias. Estabelecemos uma troca, as 200 visitas que tínhamos continuam iguais e algumas já vão clicar na troca, por sua vez com a troca temos o nosso banner ou link noutro site, o que nos vai dar também mais clicks.</p>
<p><em>Ficará algo assim:</em></p>
<p><strong>Visitas que já vinham directamente e dos Motores de Busca + X visitas por cada troca</strong></p>
<p>Ou seja, quantas mais trocas tivermos mais visitas temos e isto funciona para os dois sites que trocaram.</p>
<h2></h2>
<h2><strong>Como trocar</strong></h2>
<p>Para efectuar trocas de tráfego sugiro que analisem potenciais sites para trocar, contactem o webmaster do site e digam-lhe se ele não se importa que coloquemos um banner ou link para o site dele. &#8220;Dar para Receber&#8221;, tentar sempre uma abordagem cordial e pacifica sem se ser ganancioso e o mais provável é arranjarem quem também coloque o nosso banner no site.<br />
As trocas devem ser minimamente justas. Trocas como, eu envio visitantes de Portugal mas recebo visitantes da China ou com taxas de rejeição muito elevadas são trocas que não são nada rentáveis.</p>
<p>Espero que o artigo seja útil. Obrigado.</p>
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		<title>O conteúdo para captar um público específico</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 22:30:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Primeiro que todas as técnicas de Web Marketing ou SEO, devemos assegurar-nos que o nosso conteúdo é coerente e pode ser útil para o público que queremos atingir, pois só assim acabaremos por conseguir uma base sustentada para um bom modelo de negócio / fonte de rendimentos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a rel="attachment wp-att-2103" href="http://www.maistrafego.pt/o-conteudo-para-captar-um-publico-especifico/13440435_7f17699fde-2"><img class="alignnone size-full wp-image-2103" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/07/13440435_7f17699fde1.jpg" alt="Escrita" width="562" height="375" /></a></p>
<h1>Introdução</h1>
<p>A Internet é uma rede onde circula a informação a uma velocidade enorme. Cada vez mais este meio de comunicação se tem difundido, e a forma de a Internet ser vista mudou bastante ao longo dos últimos anos, um pouco por toda a parte.</p>
<p>Se a Internet já foi um meio preferencial de busca de informação e conhecimentos, deu-se uma grande evolução e hoje a Internet é cada vez mais um meio de negócio associado à informação.</p>
<p>Mas, será que os modelos de negócio na Internet poderão singrar no mercado sem uma boa sustentação a nível de conteúdo?</p>
<p>Este artigo centra-se precisamente neste ponto. Quais as necessidades e exigências a nível de conteúdo para atingir um bom modelo de negócio e uma fonte de rendimentos.</p>
<h1>A importância de captar um público específico</h1>
<p>Primeiro que tudo, e como já foi abordado em outros artigos aqui colocados por outros autores, a especificidade do conteúdo leva a uma maior lealdade do público e uma maior captação de interesse.</p>
<p>Mesmo em termos de motores de busca e de web marketing, é bastante mais acertado optar por um tema específico do que desenvolver projectos ou negócios demasiado generalistas.</p>
<p>É certo que quem procura informações numa determinada área, ao encontrar um projecto exclusivamente focado nessa área terá uma maior tendência a seguir esse projecto de forma continuada e atenta, ao invés de tudo o que possa ser mais geral.</p>
<h1>O conteúdo para um público específico</h1>
<h2>Erros comuns na escrita de conteúdo</h2>
<p>Muitas pessoas acabam por criar projectos apenas com um fim lucrativo, por vezes escrevendo sobre temas sobre os quais nem sequer têm conhecimento. Esta prática criará diversos problemas: desde logo o facto de se estar a passar informação errada ou incompleta, acabando por levar o público a ter uma ideia errada da realidade sobre a qual queremos falar.</p>
<p>É também comum ver textos mal estruturados e com erros linguísticos, o que acaba por passar uma má imagem do autor e do seu projecto.</p>
<p>A escrita do &#8220;conteúdo para motores de busca&#8221; é também por vezes um erro. Com isto refiro-me ao excesso de palavras-chave ou ao excesso de expressões para atrair motores de busca, acabando por descurar a qualidade específica do texto e da informação. O tema de um texto e a informação a transmitir nunca devem ser postos em segundo plano, pois o mais importante e a principal base de sucesso é a sinceridade e a transmissão do conhecimento.</p>
<h2>Tópicos de construção de conteúdo</h2>
<p>Vistos os principais erros de escrita de conteúdo acima, é importante então perceber a forma correcta de agir.</p>
<p>Primeiro que tudo, se temos um projecto focado numa determinada área de conhecimento, é fundamental que sejamos nós próprios, como gestores de um projecto, capazes de fornecer e redigir informação adequada e que espelhe o nosso próprio conhecimento.</p>
<p>Depois, é também fundamental escrever com foco na informação, e não com foco nos rendimentos. O importante é manter a cabeça concentrada naquilo que se quer transmitir, e não logo no dinheiro que nos vai cair na conta após o eventual sucesso de um projecto.</p>
<p>Um cuidado especial com a linguagem utilizada e a estrutura do próprio texto é também fundamental.</p>
<p>Sou apologista de que os utilizadores leais acabam por ser sempre mais benéficos para o nosso projecto. É óbvio que um utilizador que procura informação terá mais tendência a acompanhar projectos cuja informação é por ele vista como mais séria, mais coerente. É aqui que entra tudo o que já foi falado, e é aqui que o nosso conteúdo poderá servir como uma forma de captar um público-alvo, um público específico.</p>
<h1>Conclusão</h1>
<p>Primeiro que todas as técnicas de Web Marketing ou SEO, devemos assegurar-nos que o nosso conteúdo é coerente e pode ser útil para o público que queremos atingir, pois só assim acabaremos por conseguir uma base sustentada para um bom modelo de negócio / fonte de rendimentos.</p>
<p>O primeiro foco deve ser no trabalho a fazer a nível de informação, e o resto acabará por vir por acréscimo.</p>
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		<title>Linkbuilding e Backlinks para sites novos</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 12:53:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Seo]]></category>
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		<category><![CDATA[Linkbuilding]]></category>

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		<description><![CDATA[O principal objectivo de quem cria um Website é colher os frutos daquilo que produziu, e no caso de Websites e Webmasters, o fruto mais apetecido é uma óptima posição nos motores de busca. Não há melhor reconhecimento do seu trabalho, do que o primeiro lugar. O SEO não é uma ciência exacta, mas muitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a rel="attachment wp-att-2067" href="http://www.maistrafego.pt/linkbuilding-e-backlinks-para-sites-novos/backlinks2"><img class="aligncenter size-full wp-image-2067" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/backlinks2.jpg" alt="Backlinks para principiantes" width="580" height="280" /></a>O principal objectivo de quem cria um Website é colher os frutos daquilo que produziu, e no caso de Websites e Webmasters, o fruto mais apetecido é uma óptima posição nos motores de busca.</strong></p>
<p>Não há melhor reconhecimento do seu trabalho, do que o primeiro lugar.</p>
<p>O SEO não é uma ciência exacta, mas muitos concordam que backlinks é completamente essencial para a aquisição dos lugares cimentos nos motores de busca.</p>
<p>Penso que a maior dificuldade de alguém ao criar um site/blog novo é conseguir os primeiros backlinks, já que o principal objectivo de quem tem um website é ser encontrado pelos motores de busca, e os backlinks são das melhores formas para isso acontecer.</p>
<p>A ideia do post não é falar de SEO (que não é o meu forte), mas é necessário ter em mente alguns princípios de SEO. Como por exemplo, que a parte de SEO de um site pode ser dividido basicamente em 2 categorias.</p>
<ul>
<li>On page</li>
<li>Off page</li>
</ul>
<p>On Page é tudo aquilo que você faz no seu próprio site, como por exemplo tags H1, optimização nos títulos, keywords na URL (não apenas no domínio mas também através de URl&#8217;s amigáveis), metatags, descrição do site e keywords, densidade das palavras-chaves, etc.</p>
<p>Off Page é tudo aquilo que não é feito directamente no seu site, são links presentes noutras páginas para o seu site, publicidade comprada em outros sites, troca de links, etc.</p>
<p>Explicar as técnicas de SEO em poucas palavras é muito complicado, mas o mais importante a reter desta informação é saber que existem factores (uns mais fortes que outros) que irão determinar a posição onde a sua página irá aparecer para a pesquisa de diversas keywords. O certo é que ninguém conhece, com certezas, o algoritmo utilizado pelos motores de busca, e se alguém afirmar que conhece, o melhor mesmo é desconfiar da seriedade de tal afirmação.</p>
<p>Mas o certo é que são atribuídos “pontos” a cada factor, e é a soma desses mesmos “pontos” que irá determinar se a sua página vai ficar em primeiro, segundo ou mesmo décimo lugar numa pesquisa efectuada.</p>
<p>O interessante em relação ao SEO, é que é possivel testar vários métodos, e analisar aquilo que funciona melhor. Acredito ainda que não existe &#8216;certo&#8217; e &#8216;errado&#8217; quando se fala de SEO, mas existe sim aquilo que funciona e aquilo que não funciona, e a melhor forma de saber o que funciona é ir testando e vendo os resultados.</p>
<p>Seguindo esta linha de raciocínio é importante determinar os diferentes factores de uma campanha SEO.</p>
<ul>
<li>Quantidade de Links para o nosso site</li>
<li>Qualidade da origem dos links</li>
<li>Palavra-chave utilizada no &#8216;Anchor Text&#8217; dos Links</li>
<li>Palavra-chave no URL / Domínio</li>
<li>Quantidade de páginas indexadas</li>
<li><a href="http://dmoz.org">Dmoz (grátis)</a></li>
<li><a href="http://dir.yahoo.com/">Directório Yahoo </a>(us$299/ano)</li>
<li>Idade do domínio</li>
<li>On page SEO ( Title, Body, H1, Keyword Density, Image Tags, Internal Linking, PR)</li>
</ul>
<p>Alguns “pontos” são mais determinantes do que outros. Nos backlinks por exemplo, ter 1000 bakclinks em sites com PR0 ou PR1 é exactamente o mesmo que ter 2 ou 3 backlinks em sites com PR5+. No entanto para sites que estão agora a começar, conseguir esses backlinks em sites de PR5+ é muito complicado.</p>
<p>Digamos que para atingir 100% de SEO é necessário cobrir todas as áreas, mesmo as que valem apenas 1%.</p>
<h1>Métodos utilizados para conseguir backlinks.</h1>
<p>Mesmo não sendo nenhuma novidade, seguem aqui alguns métodos para conseguir backlinks, um dos “pontos” mais importantes de SEO.</p>
<h2>1. Comentários</h2>
<p>Comentar outros blogs ou até fóruns é uma óptima forma para criar links para o seu site. Não é importante se o tema do blog ou fórum é totalmente relacionado com o seu site, mas deverá ter em atenção alguns cuidados.</p>
<p>Nunca utilize palavras-chaves ou o nome do seu projecto, você é um pessoa e como tal deve utilizar o seu nome, nickname ou iniciais, é muita falta de educação utilizar palavras chaves nos comentários, apesar de ser prática normal e ser aceite pelo moderador/dono do site, não é<br />
educado.</p>
<p>Também não importa se é no-follow ou do-follow, é claro que do-follow é melhor, mas não perca tempo à procura de blogs/sites com comentários apenas do-follow.</p>
<p>É conveniente que faça comentários pertinentes, e tente pelo menos contribuir com algo. A regra básica é “é a dar que se recebe”.</p>
<h2>2. Compra de Links/Reviews</h2>
<p>É super comum e com um resultado muito positivo, mesmo que o valor seja algo excessivo, a compra de links. Na maioria dos casos os webmasters vendem links e reviews nos seus websites.</p>
<p>No entanto é preciso ter em atenção onde são colocados os links, pois se não forem colocados no blogroll não compensa, e no footer (rodapé) parecem spam e ninguém lhes presta atenção.</p>
<p>Se for comprar uma review, deve ter a certeza que o link é do-follow (já que você esta a pagar, mas muitos webmaster que tem a prática de vender reviews tem por regra meter a tag nofollow), e que pelo menos inclua dois links, caso contrário também penso que não compensa. Deve se também levar em conta que um blog PR5 quando vende uma review, esta mesma review ficará numa página PR0 e pode chegar até PR3+.</p>
<p>Review funciona melhor para tráfego, com o intuito de backlink também é bom, mas é necessário um bom site &#8216;autoritário&#8217; ou então um grande volume, caso contrário não é lá grande coisa.</p>
<h2>3. Troca de links</h2>
<p>Este método é muito utilizado já que não envolve valores monetários. Consiste na troca de um link por outro. Eu particularmente não gosto desta prática, já que existe uma teoria que diz que um link anula o outro, mas isso são apenas teorias…</p>
<p>Na prática, tem que encontrar blogs/sites em que queira trocar links, enviar um e-mail à administração do mesmo com a proposta e aguardar pela resposta. Mas tenha em atenção que se estiver a propor essa troca a um blog/site muito “superior” ao seu, é provável que a proposta seja recusada. Deverá ainda estar disposto a fornecer informações (PR, origem do tráfego e quantidade, público-alvo, etc).</p>
<p>Como disse antes acho uma perda de tempo, mas se quiser pode sempre visitar o fórum +trafego na secção <a title="Há  novas mensagens (Tópicos: 460, Mensagens: 3583)" href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?board=85.0">À pala/freebies</a> onde a malta costuma oferecer troca de links.</p>
<h2>4. Link Bait</h2>
<p>O método de Link Bait funciona muito bem e é a forma mais rápida de conseguir backlinks, inclusive em sites autoritários. O Link Bait consiste na criação de um artigo para chamar a atenção dos outros, criar algo tão interessante ou raro ou mesmo controverso, que todos os bloggers ou webmasters vão querer comentar e deixar a sua opinião. Um Link Bait não pode ser feito de qualquer forma e por qualquer um, já que isso poderá ter o efeito desejado, por isso é importante que seja um artigo dedicado ao tema.</p>
<p>Um Link Bait pode ser algo inédito, engraçado (que poderá ter piada), uma crítica a uma personalidade (blogger, políticos e pessoas famosas em geral, empresas, serviços, etc), uma conspiração, ou até noticias falsas já foram utilizadas como link bait. A ideia é &#8220;mexer&#8221; com o emocional das pessoas de tal forma que as mesmas tenham algum tipo de reacção, mesmo que adversa, ao artigo em questão e se sinta obrigada a comentar, elogiar, critícar, etc&#8230;.</p>
<p>Um exemplo prático e recente que teve muito sucesso em Portugal foi o caso do <a href="http://www.iphoneportugal.com/">iPhonePortugal</a>, que ao publicar um vídeo com as peças do novo iPhone 4g obteve um numero absurdo de visualizações (500k+) e recebeu links de toda parte do mundo inclusive de excelentes sites autoritários (e já agora, mais um link neste artigo).</p>
<h2>5. Compra de links nas assinatura em fóruns</h2>
<p>É um método muito comum e funciona muito bem. Imaginem alguém fazer uma oferta ao <a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?action=profile;u=403">Asturmas</a> (administrador do fórum) para meter um link na sua assinatura, são praticamente 15.000 de uma única vez, e considerando a &#8220;autoridade&#8221; do +T, diria até que seria um excelente negócio.</p>
<p>Comprar links nas assinaturas funciona melhor em fórum não ligados ao &#8220;webmastering&#8221;, e é comum encontrar preços bem acessíveis nesse tipo de fórum, pois são pessoas que não tem interesse em fazer concorrência e nem querem perder tempo a criar sites, o único cuidado é na abordagem, escreva de forma profissional e não deixe margem para o destinatário pensar que é algum tipo de scam, convém antes de contactar o membro que se tenha alguma reputação junto a comunidade.</p>
<p>Apesar de ser prática comum, essa técnica perdeu muito peso recentemente, mas ainda vale a pena como um recurso extra e é sempre uma excelente forma de conseguir mais backlinks.</p>
<h2>6. Perfil</h2>
<p>Esta é na minha opinião a melhor forma de criar backlinks para o seu site, principalmente quando o site é novo e não tem “muito” a oferecer.</p>
<p>Este método consiste em procurar por sites onde seja possivel criar uma página de perfil e colocar o link para o seu site, funciona muito bem e o esforço exigido é mínimo comparado com outros métodos, já que o único trabalho que terá é na criação do seu perfil que ficará visível quase que eternamente.</p>
<p>O objectivo deste artigo é falar sobre linkbuilding, mas não na campanha de linkbuilding como um todo, que é um processo que nunca termina, mas como uma parte a ser adicionada a campanha.<br />
Além da forma tradicional que conhecemos que é trocar links com outros webmasters, ou de criar linkbait e esperar as pessoas “linkarem” ao nosso site, quero mostrar como criar os seus próprios backlinks, isto é, colocar nosso próprio link em sites com alguma autoridade. Ou seja, criar perfil em sites que permitam a criação de perfil e ainda indicar o link para o nosso site e dessa forma receber um &#8220;boost&#8221; inicial ao nosso website recém criado e ainda &#8216;sem valor&#8217;.</p>
<p>Não se trata de fazer spam em comentários ou fóruns (que por acaso também funciona, mas que não é aconselhável), mas sim, de criar páginas de perfil em sites considerados “authority”e deixar lá o nosso link.</p>
<p>A ideia é utilizar sites com algum PR para criar páginas com o nosso perfil com o anchor text de nossa escolha e com o link para a nossa página, aumentando assim o tráfego e os backlinks para o nosso website.</p>
<p>Atenção que você não vai ter um link PR6/7 para o seu site, mas sim numa sub-página sem PR, porem, pelo simples facto da página em questão pertencer a um domínio forte, isso automaticamente fortalece o vosso site.</p>
<p>O método de criar backlinks em páginas de perfil</p>
<p>Antes de começar é necessário conhecer as diferentes formas de publicar um link, os códigos mais utilizados são;</p>
<ol>
<li><strong> html</strong>:&lt;a href=&#8221;http://www.seudominio.com&#8221;&gt;Palavra chave&lt;/a&gt;</li>
<li> <strong>bbcode</strong>:[url=http://www.seudominio.com] Palavra chave [/url]</li>
<li><strong>textile</strong>:&#8221; Palavra chave &#8220;:http://www.seudominio.com</li>
<li><strong>wikimarkup</strong>:[url: Palavra chave |http://www.seudominio.com]</li>
<li><strong>wiki2</strong>:[http://www.seudominio.com| Palavra chave]</li>
<li><strong>regularwiki</strong>:[http://www.seudominio.com Palavra chave]</li>
</ol>
<p>A ideia consiste em encontrar sites que permitam a criação de páginas de perfil, registar-se e criar o perfil, esse técnica pode ou não ser considerada SPAM, depende do ponto de vista, isso é tão SPAM como criar mais do que uma conta no Twitter, Facebook, etc.</p>
<p>A única coisa que faremos é criar um perfil em sites que permitem a criação de perfil. Não vamos enviar mensagens ao membros ou mesmo publicar algo que seja irrelevante, vamos ter apenas um perfil com o nosso link.</p>
<p>Exemplos de sites para criar backlinks<br />
Um exemplo é o site http://mises.org/</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2045" href="http://www.maistrafego.pt/linkbuilding-e-backlinks-para-sites-novos/backlinks1"><img class="aligncenter size-full wp-image-2045" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/backlinks1.jpg" alt="como criar backlinks" width="580" height="280" /></a></p>
<p>para fazer o registo e a dica de footprint;</p>
<p>http://mises.org/Community/user/CreateUser.aspx?ReturnUrl=</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2048" href="http://www.maistrafego.pt/linkbuilding-e-backlinks-para-sites-novos/registro"><img class="aligncenter size-full wp-image-2048" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/registro.jpg" alt="sites para backlinks" width="580" height="280" /></a></p>
<p>e um exemplo de uma página de perfil com o link;<br />
http://mises.org/Community/members/jwilson/default.aspx<a rel="attachment wp-att-2052" href="http://www.maistrafego.pt/linkbuilding-e-backlinks-para-sites-novos/perfil-com-backlink"><img class="aligncenter size-full wp-image-2052" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/perfil-com-backlink.jpg" alt="" width="580" height="280" /></a></p>
<h3>Onde e como encontrar sites para criar backlinks</h3>
<p>Existem várias formas de encontrar esse tipo de sites, onde é permitido criar uma conta, construir o seu perfil e deixar um link para o seu site.</p>
<p>Uma das técnicas mais simples para esse efeito é procurar por &#8216;footprints&#8217; (pegadas) em determinados sites e através do google encontrar outros sites que utilizam o mesmo software/script para criamos a nossa conta.</p>
<p>Fica aqui um exemplo de footprint e de como procurar por exemplo sites que utilizam a mesma plataforma do exemplo acima:</p>
<p>no google pesquise por;</p>
<blockquote><p>&#8216;allinurl: user/CreateUser.aspx?ReturnUrl=&#8217;</p></blockquote>
<h3>Muito Importante &#8211; Utilize uma única técnica de cada vez</h3>
<p>Algo que é de uma importância enorme é quando se cria uma campanha de backlinks é monitorar os resultados, e só é possivel monitorar os resultados se você esta utilizando uma única técnica.</p>
<p>Um dos principais erros de quem esta começando é tentar tudo e mais um pouco ao mesmo tempo, ou “atirar para todos os lados para ver se acerta alguma coisa” gastando assim um tempo muito precioso em técnicas que geralmente não resultam (ou podem vir a resultar) mas que sem o seu monitoriamento cuidado é difícil saber se estão a obter o resultado pretendido.</p>
<p>O ideal é aplicar um único método, seja ele qual for, e analisar os resultados, se funcionar, óptimo é seguir com o método até deixar de funcionar, se não funcionar é abandonar o método e testar outro. Desta forma é possivel concentrar todos os nossos esforços naquilo que funciona e não perder tempo naquilo que não funciona.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Como em tudo na vida, deverá usar com moderação e bom senso, já que estamos a utilizar o site de outra pessoa para o seu próprio benefício. O melhor é mesmo portar-se “bem”, não fazer spam, e não utilizar o seu perfil para publicitar sites ilegais e/ou adultos ou casinos. É óbvio que se exagerar e colocar 50 links para sites duvidosos o mais natural é que nada funcione.</p>
<p>É uma técnica simples, whitehat, e legal, disso não há dúvidas, se fizer o trabalho bem feito verá o resultado dentro de algum tempo (nunca menos que 3 meses).</p>
<p>Boa sorte e sucesso!</p>
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		<title>Do nicho ao sucesso</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 15:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Pinto</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais gostaria de me apresentar naquele que é o meu primeiro  artigo oficial a ser escrito para a comunidade do Mais Tráfego. O meu  nome é Diogo Pinto, sou do Porto, e sou um webmaster que vê na internet um  futuro e uma paixão. Além de utilizar imensos serviços que esta dispõe e  de participar em imensas comunidades, gosto de utilizar a internet a  meu favor: um dinheiro extra nunca fez mal a ninguém. No entanto, como  gosto também criar amizades e partilhar informação, resolvi juntar-me a  esta iniciativa e começar a criar conteúdo com a minha experiência.  Sendo assim, aqui têm o meu primeiro artigo, que espero que gostem. Ah,  se quiserem, pode seguir-me no twitter [<a href="http://www.twitter.com/diogogpinto">@diogogpinto</a>] para se manterem  actualizados/colocarem as vossas questões.</p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/do-nicho-ao-sucesso.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1646" title="do nicho ao sucesso" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/do-nicho-ao-sucesso.jpg" alt="" width="560" height="260" /></a></p>
<h1>INTRODUÇÃO</h1>
<p>Esta  odisseia pelos nichos que se segue é mais adequada àqueles com paixão  pelo webmastering que procuram criar um site ou um blog com conteúdo  informativo.</p>
<p>Reflecte a minha experiência e um pouco da minha  opinião pessoal.</p>
<h3>O QUE É UM NICHO</h3>
<p>Um nicho de mercado não é  aquilo que muitos bloggers que ensinam a ganhar dinheiro vos dizem que  é: não vos vai fazer enriquecer. O nicho por si só não funciona. Se lêem  este artigo com vontade de procurar informação sobre como encontrar um  nicho milionário, vão apanhar uma desilusão. Não é isso que pretendo:  pretendo dar-vos a conhecer o vosso nicho de mercado, onde devem actuar e  aplicar o vosso tempo.</p>
<p>Mais teoricamente, um nicho é um segmento  de mercado muito ou pouco restrito que aborda um determinado assunto,  muito ou pouco pesquisado. Mas suponho que a prática seja mais  interessante.</p>
<h1>1 &#8211; SITES RELEVANTES E GENERALISTAS</h1>
<p>A partir  daqui, até ao ponto dois, forneço uma maneira de encontrares um nicho  que se adequa a ti se pretendes desenvolver um site para manter a longo  prazo.</p>
<h3>O TEU NICHO</h3>
<p>Como já disse anteriormente não existe  um nicho milionário. Depende de ti conseguir atingir o sucesso. O que  leva as pessoas a não conseguirem atingir o sucesso é, geralmente, a  desistência. Muitos desistem de lutar e baixam os braços por não  conseguirem ganhar dinheiro com o seu website, ou por não atingirem as  visitas que esperavam. Mas, por experiência própria, a vontade de  desistir apaga-se quando escrevemos sobre algo que gostamos. Já diz o  provérbio, &#8220;quem corre por gosto, não cansa&#8221;.</p>
<p>Então é nisso que  te vou ajudar neste passo: o tão importante brain storming, que te  ajudará a atingir um nicho confortável o suficiente para que não  desistas facilmente… e que te encaminhe para o sucesso.</p>
<h3>BRAINSTORMING</h3>
<p>1  &#8211; Se eu gosto de escrever sobre bicicletas, porque hei-de escrever  sobre Star Wars?<br />
2 &#8211; O google dita grande parte dos rendimentos dos  bloggers portugueses, mas não dependemos 100% dele.<br />
3 &#8211; Não sou  desistente.</p>
<p>Estas são as premissas que precisamos de entender  antes de nos iniciar na busca de um nicho. Analisando-os numa ordem  inversa, qualquer pessoa devia chegar à seguinte conclusão:</p>
<p>«Se  eu não sou desistente, não dependo do google e gosto de bicicletas,  porque não hei de escrever sobre bicicletas?»</p>
<p>Analisando as  premissas uma a uma:</p>
<p>1 &#8211; Se vamos explorar um assunto, convém ser  um assunto que gostemos. Nada de micro nichos assustadores dos quais  nunca ouvimos falar, nem de coisas que não entendemos. Se eu não sou  médico, para que vou dar conselhos de saúde? No entanto, gosto de  webmastering. Porque não exploro este mercado, com paixão?<br />
2 &#8211; Uma  tendência que os webmasters mais experientes observam é a dos iniciados  irem a uma ferramenta muito conhecida, o Google Webmaster Tools, e  gastar horas a procurar por um nicho que pague bem, tenha muitas  pesquisas e pouca concorrência. O meu conselho, não o façam: para  começar, se esses nichos existem e vocês não tinham pensado neles, se  calhar nem sabiam o que significavam. Sendo assim o vosso conhecimento é  limitado, o que leva a mau conteúdo e a uma falha no apoio ao  utilizador. Isto leva maior parte das vezes a um rendimento passageiro,  mas nunca duradouro.<br />
3 &#8211; Se eu sou desistente, então estou destinado  ao fracasso.</p>
<h3>ÁREAS/NICHOS GENERALISTAS A EVITAR</h3>
<p>Toquei na  ferida de maior parte dos MMO portugueses. Qualquer um deles é capaz de  dizer para não escrever sobre tecnologia, carros, enfim, áreas  concorridas. Eu considero apenas uma área a evitar: aquela que não  conheces ou desgostas. Se queres escrever sobre tecnologia, se vais  adicionar algo de novo ao mercado e se vais gostar da tua tarefa, então  mãos à obra. Se não gostas de tecnologia mas alguém te disse que ganhava  muito dinheiro ao fim do mês com um site tecnológico então não te  aconselho a gastares tempo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1649" title="categoria blogs" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/categoria-blogs.jpg" alt="" width="560" height="260" /></p>
<h1>2 &#8211; MICRO SITES OU SITES DE NICHO</h1>
<p>A  partir daqui desenvolvo a temática anterior mas voltada para pequenos  sites localizados em micronichos.</p>
<h3>DESMITIFICANDO OS MICRO NICHOS</h3>
<p>Ao  contrário do que muitos pensam, os micro nichos não precisam de ser  aqueles segmentos de mercado extremamente pequenos, sem qualquer procura  e sem qualquer concorrência.</p>
<p>Esta é a anatomia de um nicho  (embora não haja uma ciência que a estude): Nicho Principal (Tecnologia)  &gt; Subnicho (Wallpapers, Telemóveis e Netbooks) &gt; Micro nichos.  Exemplo:</p>
<p>Tecnologia &gt;&gt; Wallpapers &gt;&gt; Wallpapers de  Mulheres &gt;&gt; Wallpapers de Mulheres nuas<br />
Tecnologia &gt;&gt;  Telemóveis &gt;&gt; Google Nexus One &gt;&gt; Jogos para Google Nexus  One<br />
Tecnologia &gt;&gt; Netbooks &gt;&gt; EEE PC &gt;&gt; ASUS 1005HA  EEEPC</p>
<h3>DICOTOMIA NICHO-DINHEIRO E SITES DE &#8220;LIXO&#8221;</h3>
<p>Vamos  encarar, mais uma vez, os factos: se leste este artigo até aqui então  muito provavelmente queres ganhar dinheiro com a internet. Como tu  existem milhares de pessoas que, desde há uns anos para cá, têm vindo a  desenvolver um tipo de sites muito característico: os MFA (made for  adsense &#8211; feitos para adsense). São facilmente identificados por  conterem páginas muito simples carregadas de publicidade AdSense. São  denominados por mim como sites de lixo.</p>
<p>É verdade que tenho  alguns, mas tento sempre comprar conteúdo a pessoas experiente nessa  área para prestar um serviço de qualidade ao visitante. É uma forma de  ganhar dinheiro que condeno se não for feita correctamente.</p>
<p>Voltando  ao tema, o nicho que aconselho que desenvolvam é aquele que gostam e  que vos dá gosto. No entanto, sei que existem muitos interessados em  ganhar dinheiro com micronichos muito específicos. Como os encontrar?</p>
<p>Sugiro  que andem diariamente com um bloco à mão para acompanharem as  tendências. Rapidamente deixo aqui depositados alguns nichos que sinto  que vão desabrochar num futuro breve:</p>
<p>- Jogos para iPad;<br />
-  Filmes para iPad;<br />
- Aplicações para iPad;<br />
- Acessórios para iPad;<br />
-  Classificados iPad.</p>
<p>Vejam como à volta de um produto que teve  uma enorme exposição mediática se desenvolveram cinco micronichos que,  se bem explorados, podem ser bem rentáveis.</p>
<p>Os nichos rentáveis e  com potencial são facilmente identificáveis se te mantiveres  actualizado com a actualidade.</p>
<h3>MICRONICHOS, OUTSOURCING E SITES  DE NICHO</h3>
<p>Já vimos em cima como detectar um micronicho que se pode  revelar rentável. Geralmente deparamo-nos com um problema: parece que  todos os micronichos que encontramos fogem às nossas áreas de  competência. Então a melhor alternativa é o outsourcing, ou seja, a  compra de serviços a freelancers ou empresas. No caso dos sites de  nicho, o outsourcing de conteúdo tem alguma relevância: faz todo o  sentido pagar a alguém, se não percebermos de nada relativo ao iPad,  para nos escrever o conteúdo.</p>
<h3>OPINIÃO PESSOAL &#8211; SITES DE  MICRONICHOS NÃO SÃO SOLUÇÃO PARA UM PROJECTO DURADOURO</h3>
<p>Por  motivos bastante fortes:</p>
<p>- Devido à limitação de um micronicho,  maior parte das vezes, acabamos por ficar sem nada para escrever;<br />
-  Os motores de busca começam cada vez mais a detectar os sites MFA e a  retirar-lhes algum peso;<br />
- Podem ser um desperdício de tempo e  dinheiro se o nível mensal de pesquisas for reduzido.</p>
<p>Como tal  não procurem criar sites de &#8220;lixo&#8221; se o vosso objectivo for explorar um  projecto a longo prazo.</p>
<h3>FERRAMENTAS PARA ENCONTRAR NICHOS</h3>
<p>Opta  por comprar ferramentas destas (Micro Niche Finder, por exemplo), se:</p>
<p>-  Geres uma grande quantidade de sites;<br />
- Não tens tempo para gastar a  procurar nichos e queres a tarefa facilitada (atenção, tarefa  facilitada não se traduz em &#8220;papinha feita&#8221;).</p>
<p>Não compres se:</p>
<p>-  És iniciado no internet marketing;<br />
- És empreendedor e tens &#8220;olho  para a coisa&#8221;;<br />
- Tens amor ao dinheiro.</p>
<h1>3 &#8211; A MINHA  EXPERIÊNCIA</h1>
<h3>3.1 &#8211; EXPERIÊNCIA COM SITES GENERALISTAS</h3>
<p>Recentemente  lancei-me na criação de um blog num nicho com muitíssima concorrência.  Detestava chegar ao fim do dia e não ter sequer cem visitas expressas no  analytics. Mas não desisti, escrevi todos os dias sem cessar, lutei  pela minha posição no mercado e hoje, cerca de dois meses depois (dois  meses apenas) orgulho-me em dizer que tenho uma posição bastante sólida  no mercado e tenho mais visitas que blogs com mais de dois ou três anos.<br />
Isto  reforça a minha teoria, se eu tenho uma paixão porque não me dedico a  ela, em vez de adicionar lixo à internet?</p>
<h3>3.1 &#8211; EXPERIÊNCIA COM  MICRO SITES</h3>
<p>Desde Junho de 2009 que desenvolvo pequenos sites,  recorrendo maior parte das vezes ao outsource de conteúdo. Depois de ler  muito sobre SEO e procurar muita informação junto de grandes webmasters  portuguesas, consegui ao fim de quase um ano gerar algum rendimento. O  que tenho notado é que nenhum deles contribui para a minha satisfação  pessoal nem para desenvolver competências como webmaster activo.</p>
<h1>4  &#8211; NOTA FINAL</h1>
<p>Com certeza que este artigo contém muita informação  que não vai de acordo com a dos webmasters mais experientes, mas como  disse anteriormente, este apenas reflecte a minha experiência após cerca  de dois anos dedicados a ler, a estudar e sobretudo a testar esta área  que tanto gosto.</p>
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