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	<title>Mais Tráfego &#187; Seo</title>
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	<description>Mais Tráfego - Criamos Webmasters. Comunidade de webmasters de Portugal</description>
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		<title>Google: Mudança No Algoritmo Privilegia a Qualidade</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 11:15:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanderley</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos meses a discussão sobre a qualidade nos motores de busca acentuou-se. Depois da acesa troca de palavras entre Google e Bing, parece que está na hora de meterem todos as “mãos à obra” e trabalharem activamente para tornarem a web melhor. Recentemente a Google anunciou algumas mudanças no seu algoritmo que para já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/03/Google.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3878" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/03/Google.jpg" alt="Google" width="560" height="260" /></a></p>
<p><strong>Nos últimos meses a discussão sobre a qualidade nos motores de busca acentuou-se. Depois da acesa <a href="http://www.maistrafego.pt/google-vs-bing-copiar-e-mais-facil">troca de palavras entre Google e Bing</a>, parece que está na hora de meterem todos as “mãos à obra” e trabalharem activamente para tornarem a web melhor. Recentemente a Google anunciou algumas mudanças no seu algoritmo que para já afectam apenas os Estados Unidos, mas cuja principal novidade é um ataque forte às Content Farms.</strong></p>
<p>Não há dúvidas que nós enquanto webmasters queremos uma web cada vez melhor e isso passa por termos motores de busca que ofereçam resultados de qualidade. No princípio de Fevereiro a <strong>Google</strong> anunciou algumas mudanças no seu algoritmo cujo principal objectivo seria o de fazer subir no ranking websites de manifesta qualidade e fazer descer aqueles que nunca sequer deveriam ter subido. <strong>Os principais visados</strong>: as célebres “<strong>Content Farms</strong>”.</p>
<p>A mudança para já só ocorreu nos <strong>Estados Unidos</strong> e apesar de ser imperceptível para o utilizador comum, é bastante significativa e afectou mais de 10% dos resultados do motor de busca. Como já se adivinhava, os directórios de artigos foram os que mais sofreram com esta actualização com alguns a serem fortemente penalizados. Para terem uma noção melhor de quem foi prejudicado, visitem <a href="http://www.sistrix.com/blog/985-google-farmer-update-quest-for-quality.html"><strong>o post da Sistrix</strong></a> que apresentou os <strong>25</strong> websites que mais perderam com esta actualização.</p>
<p>Mas a nova mudança não ocorreu sem problemas, primeiro houve vários websites que por milagre escaparam ao “<strong>arrasto</strong>” e outros que eram de qualidade e acabaram também eles prejudicados. Um dos casos mais falados foi o do <a href="http://cultofmac.com/"><strong>Cult Of Mac</strong></a> que sofreu uma diminuição acentuada do seu tráfego.</p>
<p>A boa notícia é que a Google já está a resolver os eventuais problemas gerados por esta actualização e os websites injustamente penalizados parecem estar a voltar ao seu devido lugar. Como já disse anteriormente, para já estas mudanças só se verificam nos Estados Unidos, no entanto é provável que dentro de pouco tempo se espalhem para o resto do mundo, portanto preparem-se.</p>
<p>Até à próxima</p>
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		<title>Google anda atenta aos esquemas de links</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 17:08:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanderley</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Primeiro vamos já esclarecer uma coisa, a venda de links é permitida e é uma forma legítima de se ganhar dinheiro com um website. O problema da Google não está relacionado com a venda de links, mas sim com a venda de links que passam Pagerank. Durante anos os webmasters têm vendido e comprado links, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/google.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3782" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/google.jpg" alt="Google" width="560" height="260" /></a></p>
<p><strong>Primeiro vamos já esclarecer uma coisa, a venda de links é  permitida e é uma forma legítima de se ganhar dinheiro com um website. O  problema da Google não está relacionado com a venda de links, mas sim  com a venda de links </strong><strong>que passam Pagerank. Durante anos os  webmasters têm vendido e comprado links, uma prática que se tornou  popular assim que se percebeu que era possível manipular os resultados  de um motor de busca onde os links eram muito importantes. A Google  nunca escondeu que condenava essa prática, mas pode-se dizer que às  vezes o seu combate a ela deixava muito a desejar, em parte porque não é  assim tão fácil descobrir quando um website recorre a essa prática. Mas  as coisas estão a mudar meus amigos e o pessoal da Google parece estar  determinado a fazer cumprir as regras, nem que para isso seja necessário  &#8220;tombar gigantes&#8221;.</strong></p>
<p>Quem conhece minimamente o motor de busca da <strong>Google </strong>sabe que a  quantidade de links a apontarem para um determinado website podem ser  determinantes no seu ranking. É por isso que tantos webmasters vendem  links que passam <strong>Pagerank</strong>, pois mesmo sabendo que isso é uma  violação directa das directrizes da Google, é simplesmente algo  demasiado lucrativo e difícil de se abdicar. Mas se nos últimos anos a  Google parecia estar adormecida e relativamente tolerante no que diz  respeito a esta prática, agora parece que eles estão mais atentos do que  nunca à venda de links e a prova disso são os últimos casos de  penalizações.</p>
<p>A gigante <strong>JCPenney <a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?topic=26076.0">sofreu na pele</a></strong> as consequências dessa prática ao ser alvo de penalizações precisamente  relacionadas com a venda de links que passavam Pagerank. As práticas  mereceram até a crítica do próprio <a href="http://www.mattcutts.com/blog/"><strong>Matt Cutts</strong></a> que em entrevista se mostrou insatisfeito e disse que iriam ser tomadas medidas manualmente. Outro caso recente foi o da <strong>Forbes</strong> que recebeu uma notificação da Google também relacionada com este tipo  de esquemas, novamente Matt voltou a pronunciar-se desta vez <a href="http://www.google.com/support/forum/p/Webmasters/thread?tid=4d212d4d4f5964a8&amp;hl=en"><strong>no fórum de webmasters da Google</strong></a>.</p>
<p>Este tipo de casos parecem incomodar cada vez mais a Google, que  apesar de alguma tolerância, sempre avisou os webmasters para não  recorrerem a esta prática. Nós que somos webmasters e de ingénuos temos  muito pouco, já devíamos saber que a procura por atalhos para chegar ao  topo pode ter as suas consequências.</p>
<p><strong>Então como é que nós podemos realizar a venda de links? (isto para quem não sabe)</strong></p>
<p>Basta adicionar o atributo nofollow a um link, desta forma vamos  dizer ao algoritmo para não contabilizar este link e consequentemente  nunca vamos ter problemas com a Google. Aqui fica um exemplo:</p>
<ul>
<li>&lt;a rel=&#8221;nofollow&#8221; href=&#8221;http://www.omeuwebsite.com/&#8221;&gt;O Meu Website&lt;/a&gt;</li>
</ul>
<p>Eu sei que ainda existem muitos webmasters no <strong>Mais Tráfego</strong> que se dedicam à venda e compra de links, o meu conselho é caso vocês se preocupem com a <strong>Google</strong>,  que deixem de o fazer. A compra de links é fácil e poupa trabalho, mas  existem formas seguras de arranjar links e que não violam <a href="http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?hl=pt-BR&amp;answer=35769"><strong>as directrizes da Google</strong></a>.</p>
<p>Tenham também muito cuidado com os profissionais de <strong>SEO</strong> que contratam, o mercado está cheio de profissionais que gostam de trabalhar na &#8220;<strong>corda bamba</strong>&#8221; e que eventualmente podem colocar os vossos websites em maus lençóis. E claro: &#8220;<strong>Google is watching you</strong>&#8220;.</p>
<p>De facto, tal como eu já escrevi no passado, às vezes parece que a  Google anda a dormir mas basta ela abrir um olho para meio mundo ficar  indignado com penalizações. Eu confesso que não sou a favor da compra e  venda de links que passam Pagerank, não estou aqui para dar lições de  moral a ninguém como é óbvio, mas considero uma prática algo suja e  muito pouco digna de quem se apelida de &#8220;<strong>Especialista em SEO</strong>&#8220;. É  também importante realçar que isto não é nenhuma novidade e que  seguramente muitos websites subiram e ainda sobem nos rankings graças a  esta prática. Mesmo assim é sempre bom ver que a Google está atenta a  estes casos e se for preciso age manualmente para repor justiça.</p>
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		<title>Google Vs. Bing: Copiar é mais fácil</title>
		<link>http://www.maistrafego.pt/google-vs-bing-copiar-e-mais-facil</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 19:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanderley</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Universo dos motores de busca anda em polvorosa, tudo devido ao artigo publicado ontem pelo Danny Sullivan no qual ele basicamente revela que o pessoal da Bing é adepto do chamado &#8220;copianço&#8221;. Seguiram-se as reacções no Twitter bem como num grande número de blogs e finalmente o frente-a-frente protagonizado por Matt Cutts (Google) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/searchengine.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3691" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/searchengine.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>O Universo dos motores de busca anda em polvorosa, tudo devido ao <a href="http://searchengineland.com/google-bing-is-cheating-copying-our-search-results-62914" target="_blank">artigo publicado ontem pelo Danny Sullivan</a> no qual ele basicamente revela que o pessoal da Bing é adepto do chamado &#8220;copianço&#8221;. Seguiram-se as reacções no Twitter bem como num grande número de blogs e finalmente o frente-a-frente protagonizado por <a href="http://www.mattcutts.com/blog/" target="_blank">Matt Cutts</a> (Google) e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Harry_Shum" target="_blank">Harry Shum</a> (Bing) no <a href="http://bigthink.com/" target="_blank">Big Think&#8217;s Farsight 2011</a>. Apesar de restarem poucas dúvidas de que de facto os &#8220;bingueiros&#8221; copiaram e não esquecendo que o utilizador comum está-se nas tintas para estas polémicas, continua a pairar no ar uma questão: <strong>Será este o melhor caminho a seguir?</strong></p>
<p>A razão pelo qual coloco esta questão é muito simples, ela serve tanto para a Google como para a Microsoft. Vamos começar por falar sobre este caso em particular, o que aconteceu foi simples e começou com uma palavra estranha, &#8220;<strong>tarsorrhaphy</strong>&#8221; que é o nome de um procedimento cirúrgico realizado às pálpebras. Ora no Verão do ano passado eles estavam a investigar os resultados de &#8220;<strong>torsorophy</strong>&#8220;, na altura o Google dava a sugestão correcta de &#8220;tarsorrhaphy&#8221; e apresentava os resultados correctos para essa pesquisa, enquanto o Bing não apresentava absolutamente nada. Mas passado algum tempo e de forma &#8220;mágica&#8221;, o Bing começou a apresentar o primeiro resultado que o Google apresentava, mas não a correcção. A Google naturalmente questionou-se sobre como eles podiam fazê-lo sem apresentar a tal correcção para a palavra correcta que é &#8220;tarsorrhaphy. Como já devem ter percebido eu estou a simplificar isto de forma a que qualquer pessoa consiga perceber o que se passou, aqui ficam as imagens onde se pode perceber melhor:</p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/search1.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3694" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/search1.png" alt="" width="500" height="257" /></a></p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/search2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3695" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/search2.png" alt="" width="500" height="231" /></a></p>
<p>Imediatamente o pessoal da Google suspeitou de algum tipo de &#8220;copianço&#8221; e decidiu então criar algumas queries artificiais de forma a conseguirem compreender se de facto estavam a ser copiados ou não. Aqui fica um dos exemplos &#8220;<strong>hiybbprqag</strong>&#8220;:</p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/search3.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3696" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/search3.png" alt="" width="500" height="122" /></a></p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/search4.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3697" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/02/search4.png" alt="" width="500" height="129" /></a></p>
<p>Se visitarem o artigo encontram todos os exemplos e parece ser quase demasiado óbvio que de facto existiu uma cópia. O que aconteceu é que os utilizadores do &#8220;<strong>desgraçado</strong>&#8221; <strong>Internet Explorer</strong> enviam informação ao Bing sobre o que estão a fazer no Google e logicamente essa informação foi utilizada para melhorar os resultados de algumas pesquisas. Por sua vez o <strong>Harry Shum</strong> da Bing respondeu no Blog e no <strong>Big Think&#8217;s Farsight 2011</strong> dizendo que &#8220;<strong>eles apenas utilizam os dados disponibilizados pelos utilizadores para melhorar o seu algoritmo tal como faz a Google</strong>&#8220;. A resposta foi tudo menos convincente, ficou claro pelos testes da Google que eles copiaram e pior do que isso, seguramente muitos utilizadores do IE (para aí uns 6 hehehe, é triste mas são bem mais) participaram na brincadeira sem sequer terem conhecimento disso. Mas enfim, nada disto é novidade e não vale a pena estar aqui a voltar ao passado para criar mais polémica.</p>
<p>O &#8220;copianço&#8221; é mais fácil, todos sabemos isso e o pessoal da Bing simplesmente escolheu esse caminho, agora cada um decide se isso foi uma boa ou má ideia.</p>
<p>No <a href="http://bigthink.com/" target="_blank">Big Think&#8217;s Farsight 2011</a> a discussão foi bastante interessante, mas eu diria que não tão produtiva como se esperava muito por força da tal rivalidade <strong>Google Vs. Bing</strong>. De um lado o <strong>Matt Cutts</strong> (que diga-se de passagem foi a personificação da calma e portou-se lindamente na representação de um líder de mercado) acusava o Bing de utilizar informação da Google para melhorar os seus resultados de busca, enquanto do outro Shum afirmava que a Google &#8220;<strong>incentiva spammers</strong>&#8221; através do seu programa <strong>Adsense</strong> e fazia milhões com isso. Um género de: &#8220;<strong>Nós fizemos mal mas vocês fazem pior</strong>&#8221; numa discussão onde não se chegou propriamente a lado nenhum. À parte de toda a polémica esteve o <strong>Rich Skrenta</strong> da <a href="http://blekko.com/"><strong>Blekko</strong></a>, que ouviu com atenção os concorrentes e defendeu que o &#8220;<strong>factor humano</strong>&#8221; é tão fundamental nos motores de busca como os algoritmos.</p>
<p><object id="flashObj" width="590" height="360" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,47,0"><param name="movie" value="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9?isVid=1&#038;isUI=1" /><param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /><param name="flashVars" value="videoId=775105920001&#038;playerID=651017566001&#038;playerKey=AQ~~,AAAAGuNzXFE~,qu1BWJRU7c26MMkbB19ukwmFB5ysvYz5&#038;domain=embed&#038;dynamicStreaming=true" /><param name="base" value="http://admin.brightcove.com" /><param name="seamlesstabbing" value="false" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="swLiveConnect" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed src="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9?isVid=1&#038;isUI=1" bgcolor="#FFFFFF" flashVars="videoId=775105920001&#038;playerID=651017566001&#038;playerKey=AQ~~,AAAAGuNzXFE~,qu1BWJRU7c26MMkbB19ukwmFB5ysvYz5&#038;domain=embed&#038;dynamicStreaming=true" base="http://admin.brightcove.com" name="flashObj" width="480" height="270" seamlesstabbing="false" type="application/x-shockwave-flash" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" swLiveConnect="true" pluginspage="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash"></embed></object></p>
<p>As grandes empresas infelizmente nem sempre jogam limpo e neste caso específico alguém foi apanhado a copiar. Apesar de não se tratar de uma situação grave, pode-se compreender a irritação de alguns funcionários da Google que &#8220;<strong>dão o litro</strong>&#8221; todos os dias e não gostam de ver o seu trabalho ser copiado. É inegável que tanto a Google como a Bing têm um enorme trabalho pela frente, para nós webmasters a competição é sempre interessante e até gostaríamos que aparecessem mais players no mercado. Se o &#8220;combate&#8221; começasse agora eu diria que a Google ganhou o primeiro round, mas como acredito que ainda estamos longe de entrarmos num &#8220;<strong>ringue</strong>&#8220;, pode-se dizer que por agora ganhou na troca de palavras e apanhou o seu concorrente a copiar. Resta saber o que vai fazer o Bing a seguir&#8230;</p>
<p><strong>Fight!</strong></p>
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		<title>Processos de Marketing de Artigos para gerar backlinks</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 16:25:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Pinto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá a todos. Sou o Diogo Pinto, muitos já me conhecem pelo meu blog sobre internet marketing. Para continuar com a minha participação aqui no blog do mais tráfego irei partilhar com todos uns métodos fáceis (e já bem conhecidos por muitos) de obter backlinks para um vosso website. O processo é relativamente simples e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/01/marketingartigos.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3577" title="marketingartigos" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/01/marketingartigos.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Olá a todos. Sou o Diogo Pinto, muitos já me conhecem pelo meu blog sobre internet marketing. Para continuar com a minha participação aqui no blog do mais tráfego irei partilhar com todos uns métodos fáceis (e já bem conhecidos por muitos) de obter backlinks para um vosso website. O processo é relativamente simples e apenas precisa de algum tempo para que consigam criar um bom artigo e submetê-lo a um directório. Vou começar pelas introduções teóricas a este tema, desenvolvendo depois um pouco cada técnica.</p>
<h2>Introdução &#8211; o que é Marketing de Artigos</h2>
<p>Marketing de Artigos, na minha perspectiva de MMO, não passa pela construção de artigos e sua posterior venda. Esse processo tem algumas desvantagens: criam um artigo e obtêm uma comissão pelo trabalho. Essa comissão é fixa. Porque não fazem multiplicar essa comissão?<br />
Criem artigos e, em vez de os venderem, coloquem-nos em directórios gratuitos. Mas o que ganham com isso? Geralmente os directórios de artigos são sites com grande Pagerank e os seus links são dofollow. Ou seja, ao criarem um artigo e ao colocarem o vosso link na fonte ou na vossa biografia (aspectos a abordar mais tarde) irão ganhar um backlink de alguma qualidade. Parece fácil? Acreditem que é.</p>
<h2>Os conteúdos dos artigos</h2>
<p>Para um backlink para o vosso website ter mais relevância o conteúdo deve ser relevante. Ou seja, ao terem um blog sobre &#8220;jardins de inverno&#8221; não vão escrever sobre &#8220;canecas de porcelana&#8221;. Falem antes de plantas que possam ser adaptadas aos jardins de inverno.<br />
O conteúdo deve ser relevante, mas deve contar também com:</p>
<ul>
<li>Keywords principais a serem trabalhadas;</li>
<li>Número de palavras superior a 250, com conteúdo interessante (não se ponham a escrever palha).</li>
</ul>
<p>No entanto, para um artigo num directório não ultrapassar o vosso website (é raro), têm de ter cuidado com a quantidade de artigos que colocam nos directórios. O conteúdo mais relevante e interessante deve estar sempre no vosso blog e não no directório. Vocês querem ganhar, não fazer ganhar os outros.</p>
<h3>Quais os principais directórios de artigos?</h3>
<p>Existem dezenas (talvez centenas ou milhares) de directórios de artigos com alto pagerank que tornam possível a submissão gratuita de artigos com links. Maior parte dos webmasters prefere variar entre os diversos existentes. Eu utilizo diversos (podem encontrar listas variadas no Mais Tráfego), mas concentro-me naqueles que:</p>
<ul>
<li>Aceitarem links dofollow;</li>
<li>Aceitarem conteúdo em português.</li>
</ul>
<p>Para encontrar novos directórios: o Google é nosso amigo! Uma pesquisa por &#8220;directórios de artigos&#8221; ou &#8220;article directory&#8221; pode ser uma boa forma de ganhar backlinks de diversas fontes com alto Pagerank (que não é tudo, atenção).</p>
<h3>Já escrevi um artigo, e agora?</h3>
<p>Parabéns! O primeiro passo já foi feito. Se já tem o artigo escrito (com uma linguagem correcta, espero) pode submeter o seu artigo a um directório que o aceite. Geralmente a sua publicação é instantânea e não pende da aprovação dos moderadores.</p>
<p>Mas antes de publicar, é preciso colocar o link algures na página de artigo. Mas onde colocar? Alguns marketers experientes recomendam que os links sejam colocados na &#8220;resource box&#8221; ou na &#8220;bio box&#8221;. Este espaço serve para gerar nos seus artigos um espaço sobre o autor, indicando dados referentes à sua vida. Olhem para o exemplo da minha resource box:</p>
<blockquote><p>Diogo Pinto, jovem webmaster desde 2008, é autor do website keyword1 onde fala de diversos assuntos como keyword2.</p></blockquote>
<p>Onde está keyword1 e keyword2 devem substituir por keywords que querem ver &#8220;trabalhadas&#8221; e deixar um link para o vosso website. O código geralmente é em HTML, pelo que deixo em baixo a sua sintaxe:</p>
<blockquote><p>&lt;a href=&#8221;http://www.oseusite.com&#8221;&gt;keyword1&lt;/a&gt;</p></blockquote>
<p>Depois de colocarem na resource box o vosso link podem então publicar o artigo e deixar passar o &#8220;suminho&#8221;!</p>
<h2>Pós-submissão &#8211; espalhar o artigo</h2>
<p>Se já publicou o seu artigo com o link, quer que a página onde ele se encontra seja encontrada pelos motores de busca para o link ser indexado e a partir daí passar informações para o seu website. Aqui tem algumas breves dicas do que fazer depois de publicar o artigo:</p>
<ul>
<li>Fazer um ping ao artigo em diversos websites;</li>
<li>Submeter o artigo a redes sociais &#8211; estas são geralmente boas impulsionadoras da indexação de websites nos motores de pesquisa.</li>
</ul>
<p>A palavra chave para obterem os resultados, é, depois de todo este processo, &#8220;paciência&#8221;. Esperem que o grande G! leve o seu tempo a encontrar e indexar o link nos artigos. Mais tarde o vosso website irá agradecer. Poderá demorar, mas saber esperar é uma virtude!</p>
<h2>Dicas úteis para um marketing de artigos com sucesso</h2>
<p>O marketing de artigos não serve apenas para gerar backlinks. Serve também para vender produtos, gerar tráfego, etc, etc. Para o ajudar a tirar o máximo partido destes processos de linkbuilding deixo aqui algumas dicas:</p>
<ul>
<li>Não revelem tudo nos artigos &#8211; façam o visitante clicar no vosso link. Não influencia o linkbuilding mas gera tráfego, que pode gerar links orgânicos;</li>
<li> Não coloquem links nos próprios artigos, mas sim na resource box &#8211; o visitante terá mais facilidade em encontrar o link e alguns directórios não vêem a prática de linkar keywords no artigo com bons olhos;</li>
<li> Façam ping e submetam os vossos artigos a redes sociais;</li>
<li> Tenham paciência &#8211; como já disse em cima, saber esperar é uma virtude!</li>
</ul>
<p>Espero que façam o melhor uso possível destes pequenos para gerar mais backlinks e, consequentemente&#8230; mais tráfego!</p>
<p><em>PS: Participei no blog do Mais Tráfego e ganhei um link neste artigo. Tudo o que foi dito em cima, aplica-se neste caso!</em></p>
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		<item>
		<title>Nova vida ao teu projecto &#8211; parte 2</title>
		<link>http://www.maistrafego.pt/nova-vida-ao-teu-projecto-parte-2</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 14:47:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Gandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[Na primeira parte deste artigo, tiveste a oportunidade de melhorar toda a estrutura e conteúdos do teu site, um passo indispensável para teres um projecto alvo de reconhecimento público. Hoje, não basta teres um site que aos teus olhos seja bom. A grande competitividade exige que vejas o teu site como uma estrutura profissional, capaz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-2740" title="nova-vida-2" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/12/nova-vida-2.jpg" alt="" width="620" height="250" /></p>
<p style="text-align: justify;">Na <a href="http://www.maistrafego.pt/nova-vida-ao-teu-projecto-parte-1">primeira parte</a> deste artigo, tiveste a oportunidade de melhorar toda a estrutura e conteúdos do teu site, um passo indispensável para teres um projecto alvo de reconhecimento público. Hoje, não basta teres um site que aos teus olhos seja bom. A grande competitividade exige que vejas o teu site como uma estrutura profissional, capaz de responder às exigências e cativar o público mais difícil!</p>
<h2 style="text-align: justify;">Torna o site acessível e amigável</h2>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2780" title="Acessibilidade" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/12/01.jpg" alt="Acessibilidade" width="500" height="213" /></p>
<p style="text-align: justify;">A pior coisa que pode acontecer a um visitante do teu site, é sentir-se perdido… vai-se embora e não volta :( Evita isso seguindo alguns passos simples:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Certifica-te que o teu site transparece de imediato do que se trata, promovendo também uma navegação clara e amigável, mesmo que o utilizador não tenha muita experiência de Web;</li>
<li>Se necessário ajusta o layout do site para se tornar bem legível, escolhendo tipos e tamanhos de letra apropriados. Textos com letra pequena são pouco atractivos;</li>
<li>Coloca-te na pele de um visitante, ou pede a familiares e amigos para fazer esse exercício. Pede-lhes para visitarem o site e apontarem as dificuldades que eventualmente tenham. Pergunta-lhes com que ideias ficaram do site nos primeiros 5 ou, no máximo, 10 segundos de visita. Se não ficaram com uma ideia clara do assunto do site, tens um problema para resolver&#8230;</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;">Optimiza o teu site!</h2>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2781" title="Search Engine Optimization" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/12/02.jpg" alt="Search Engine Optimization" width="500" height="338" /></p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente não te vou dizer neste capítulo como seres 1º no Google, porque não existem métodos infalíveis (quem disser o contrário mente) e porque o utilizador final é para mim muito mais importante do que motores de busca. De qualquer forma se estiveres bem atento a este capítulo é bem possível que melhores o teu site a todos os níveis (é o que os motores de busca mais gostam… <em>e esta hein?</em>):</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A velocidade é (muito) importante. Cada vez mais se dá importância à velocidade de um site e podes comprovar isso com a tua experiência pessoal: quanto tempo ficas à espera que um site abra até desistires dele? Não muito certamente. Podes aumentar a velocidade do teu site de N maneiras: removendo plugins e widgets pouco importantes, comprimindo as imagens, optimizando o html e o css, alojando o site num bom servidor, criando cache, etc. Instala o <a href="http://code.google.com/intl/pt-PT/speed/page-speed/docs/extension.html" target="_blank">Page Speed Extension</a> para Firefox/Firebug para obteres mais dicas;</li>
<li>Cria ligações internas e externas! Não basta interligares os teus artigos entre si, liga-te também a outros sites. Aliás, liga-te a outros sites do mesmo tema. Esquece a ideia de nunca apontar para a concorrência. Um site que impede links para outro site concorrente só demonstra um webmaster de mente fechada e acaba prejudicado por isso. Abre-te ao mundo. Leva os teus utilizadores a conteúdos relacionados. Acredita que se fores melhor, os utilizadores vão preferir o teu site;</li>
<li>Não abuses de palavras-chave. Nem no cabeçalho, nem nos conteúdos em si. Se repetires demasiadas vezes a mesma palavra-chave, o resultado não é apareceres mais depressa nos motores de busca, mas sim criares um artigo demasiado mecânico e pouco coerente que os utilizadores não vão gostar. Acabas prejudicado;</li>
<li>Valida o teu site no <a href="http://validator.w3.org/" target="_blank">W3C validator</a>. É aconselhável que corrijas todos os erros que o validator te apontar (se apontar), para que o site seja acessível, rápido e não se apresente distorcido nos principais browsers (Firefox, Chrome, Opera, Safari… esqueci algum?);</li>
<li>Segue as <a href="http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?hl=br&amp;answer=35769" target="_blank">guidelines do Google</a>, que honestamente e motores de busca à parte, são as mais adequadas para uma Web de melhor qualidade e experiência de utilização.</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;">Redes sociais, RSS, Agregadores&#8230;</h2>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2782" title="Redes Sociais" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/12/03.jpg" alt="Redes Sociais" width="500" height="447" /></p>
<p style="text-align: justify;">Actualmente, as redes sociais são um meio quase indispensável para chegares ao grande público e promoveres o teu site. Lembra-te, porém, que os utilizadores das redes sociais não são estúpidos: espalhares links em forma de SPAM bem como conteúdos de fraca qualidade não te leva a lado nenhum. Certifica-te que divulgas um site que é bom e artigos que acrescentam qualidade à Web. Algo que as pessoas gostem de ler e tenham vontade de partilhar – podes conquistar aqui o melhor marketing do mundo, sem gastar um cêntimo que seja.</p>
<p style="text-align: justify;">Nota que é muito mais eficaz divulgares artigos e páginas específicas do teu site, do que o endereço principal apontado à homepage. É melhor partilhar algo como “<a href="http://www.maistrafego.pt/tecnicas-de-seo">8 técnicas de SEO que vos fazem parecer idiotas [link]</a>” do que “<a href="http://www.maistrafego.pt/">Mais Tráfego [link]</a>”. Correcto?</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Cria uma <a href="https://twitter.com/signup" target="_blank">conta no Twitter</a>, uma <a href="http://www.facebook.com/pages/create.php?campaign_id=372931622610&amp;placement=pghm&amp;extra_1=0" target="_blank">página de fãs no Facebook</a> e, eventualmente, uma <a href="http://www.youtube.com/create_account?next=%2F" target="_blank">conta no Youtube</a>;</li>
<li>Procura ser o mais natural possível, interagir com as pessoas e fazer uma promoção inteligente, no entanto podes sempre automatizar a partilha de conteúdos, utilizando por exemplo o <a href="http://twitterfeed.com/" target="_blank">Twitterfeed</a>;</li>
<li>Distribui os teus conteúdos por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RSS" target="_blank">RSS feeds</a> e oferece ao teu público a possibilidade de os subscreverem (por exemplo, com o <a href="http://feedburner.google.com/" target="_blank">Feedburner</a>);</li>
<li>Seguindo a ideia anterior de só distribuir conteúdos com qualidade, adiciona os artigos do teu site a Agregadores de Conteúdos, como o <a href="http://www.reddit.com/" target="_blank">Reddit</a>, <a href="http://digacultura.net/" target="_blank">Diga Cultura</a>, <a href="http://www.dihitt.com.br/" target="_blank">Dihitt</a>, <a href="http://bonslinks.com/" target="_blank">BonsLinks</a> ou <a href="http://www.colmeia.blog.br/" target="_blank">Colmeia</a>, entre outros, sem esquecer directórios como o <a href="http://technorati.com/" target="_blank">Technorati</a>, <a href="http://www.maisbarulho.com/" target="_blank">Mais Barulho</a> ou o <a href="http://www.galeriadeblogs.com/" target="_blank">Galeria de Blogs</a>;</li>
<li>Adiciona o teu site nas Webmaster Tools (<a href="http://www.google.com/webmasters/tools/" target="_blank">aqui</a> as do Google e <a href="http://www.bing.com/toolbox/webmasters/" target="_blank">aqui</a> as do Bing), incluindo nos mesmos um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sitemap" target="_blank">sitemap</a> do teu site.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Por último mas não menos importante, adiciona o teu site aos principais directórios, como o <a href="http://directorio.sapo.pt/" target="_blank">Directório SAPO</a> e o <a href="http://www.dmoz.org/" target="_blank">DMOZ</a>, coloca o endereço do teu site na assinatura dos teus perfis em fóruns, email, MSN, etc. Faz uma boa divulgação, nunca ultrapassando a barreira que a separa do spam.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Interpretar as Estatísticas</h2>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2783" title="Estatísticas" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/12/04.jpg" alt="Estatísticas" width="500" height="390" /></p>
<p style="text-align: justify;">As estatísticas podem ser muito boas ou muito más, não em termos de dados, mas sim da forma como as interpretas e utilizas. Mas já lá vamos, antes de mais, adiciona o teu site no <a href="http://www.google.com/analytics/" target="_blank">Google Analytics</a> para poderes ter acesso a estatísticas completas e detalhadas sobre tudo o que se passa no teu site, comportamento dos visitantes, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">As estatísticas são muito mais do que números, e há coisas bastante mais importantes do que visitas e tráfego. Repara, teres muita gente a clicar num link para o teu site não faz dele bom. Cresce o número de visitas, mas se elas saíram logo a seguir, tens um problema de base (ups, de qualidade). O Analytics permite-te, entre outras coisas, analisares a taxa de rejeição bem como o tempo médio de cada visita no teu site e pageviews. Interessa-te que as pessoas não saiam do teu site logo a seguir a entrarem. Queres que fiquem mais tempo e de preferência que visitem várias páginas.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, não te concentres num número alto de visitas, é um número muito sobrevalorizado hoje em dia, é bonito, alimenta o ego reconheço, mas pouco te diz sobre a qualidade dessas visitas ou do teu site (ou ambas).</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, e seguindo uma sugestão do <a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?action=profile;u=138">Rui Augusto</a>, podes, aliás deves, aproveitar os relatórios detalhados do Analytics para perceberes quais são as páginas mais visitadas do teu site. E, com esses dados na mão, fazeres a ti próprio algumas questões:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>O que têm estas páginas que as outras não têm?</li>
<li>Se estes temas são os mais visitados, porque não escrevo mais sobre eles?</li>
<li>Se estas páginas têm informação desactualizada, porque não actualizar?</li>
<li>Se estes artigos são tão visitados, porque não aproveitar isso também em termos de publicidade?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Através destas estatísticas também podes ficar a conhecer a proveniência dos teus visitantes. É bom que venham muitos dos motores de busca, nos quais o Google pode ter uma grande fatia, mas não é bom que fiques dependente de uma fonte de tráfego. Imagina que, por alguma razão, perdes as posições principais no Google. O teu site não pode morrer por isso. As redes sociais podem ser uma boa fonte de tráfego, mas procura também produzir bons conteúdos de forma a que outros sites, naturalmente, linkem para o teu site e te levem mais visitas. Não descuides também do marketing online e offline, que, a ser bem-feito, é nada menos que genial.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Reconquistar o público</h2>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2784" title="Público" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/12/05.jpg" alt="Público" width="500" height="241" /></p>
<p style="text-align: justify;">Se abandonaste um site que até tinha um bom número de visitas regulares, está na altura de dares um último passo: reconquistar esse público (e atrair novas pessoas evidentemente).</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Cria concursos e passatempos para os teus visitantes. Quanto melhores os prémios, mais “ruído” provocas em torno do site, tudo depende do que estiveres disponível a investir;</li>
<li>Percebe (e mostra que percebes) que o público que te lê e principalmente o que te comenta, é importantíssimo na dinâmica do site, e que sozinho, não criavas mais do que uma ilha deserta sem interesse nenhum;</li>
<li>Adiciona sondagens relacionadas com o tema do teu site e depois cria algum artigo com os resultados dessa votação e alguma argumentação em torno da mesma;</li>
<li>Responde a comentários, destaca os teus comentadores, eventualmente pega num comentário mais extenso e cria um artigo novo sobre o tema (citando sempre o autor original do comentário), porque não até convidar um dos comentadores mais assíduos a escrever um “guest post” no teu site?</li>
<li>Cria sempre conteúdos de qualidade, é a base de tudo o resto. Se não tiveres artigos interessantes, não consegues captar público em torno do site…</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Já deste nova vida ao teu projecto. Está como novo, mesmo que a “cara” seja quase igual. Está muito melhor e mais profissional, interna e externamente. Está divulgado ao grande público a quem prometes uma interacção autor -&gt; leitor muito mais intuitiva.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir daqui, procura ser regular, ler muito, estar a par das últimas notícias e tendências (não se trata de seguir modas, mas sim adequar o site aos padrões actuais de usabilidade, acessibilidade, etc) e não deixes também de aprofundar conhecimentos sobre as plataformas que utilizas. Quão melhor for o teu conhecimento do sistema, melhor consegues desenvolver o site e melhor experiência de utilização ofereces aos teus visitantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom trabalho!</p>
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		<item>
		<title>8 Técnicas de SEO que vos fazem parecer uns idiotas</title>
		<link>http://www.maistrafego.pt/tecnicas-de-seo</link>
		<comments>http://www.maistrafego.pt/tecnicas-de-seo#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 19:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje vou falar de algumas técnicas de SEO (Optimização para os motores de pesquisa) que ficam mal, parecem mal. E sobretudo fazem os sites ou as pessoas em causa parecerem uns idiotas. Sei que é uma palavra forte, não quero ofender ninguém. Apenas quero chamar a atenção para quem se está a iniciar para fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/seo1.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2722" title="seo" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/seo1.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Hoje vou falar de algumas técnicas de <a title="seo" href="http://www.maistrafego.pt/o-guia-de-bolso-para-seo" target="_blank">SEO (Optimização para os motores de pesquisa)</a> que ficam mal, parecem mal. E sobretudo fazem os sites ou as pessoas em causa parecerem uns idiotas. Sei que é uma palavra forte, não quero ofender ninguém. Apenas quero chamar a atenção para quem se está a iniciar para fazer as coisas bem!</p>
<p>Numa altura em que a optimização é essencial para qualquer negócio ou posicionamento de um site ou empresa na web, é essencial que a nossa imagem ou técnicas que usamos sejam as correctas, que coloquem os sites nas melhores posições, mas como é óbvio, nunca podemos descurar a imagem que passa ao utilizador. Não fossem estes a peça essencial no cerne deste meio que é a web.</p>
<p>Como é óbvio às vezes as pessoas abusam, comentem erros, ou simplesmente têm ou tiverem um mau aconselhamento a este nível e esquecem-se que a usabilidade daquilo que apresentam é o essencial.</p>
<h2>1 &#8211; Keywords em Comentários</h2>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/comentarios.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2684" title="comentarios" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/comentarios.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Exemplo 1: <a href="http://www.maistrafego.pt/linkbuilding-e-backlinks-para-sites-novos#comment-2738" target="_blank">Ver aqui</a> (Devia estar muito bem disposto para ter aceite este comentário)</p>
<p>Esta é sem dúvida a que mais confusão me faz e provavelmente a que mais idiota vos faz parecer. A colocação de keywords nos campos de comentários é provavelmente a técnica que pior deixa os vossos sites vistos. Todos sabemos que os backlinks têm uma importância enorme no posicionamento dos nossos sites. O problema é que a maior parte das pessoas pensa que estes links são fáceis de obter. A verdade é que não são, e apenas os links relevantes têm algum resultado significativo. Na maior parte dos blogs é possível colocar as keywords para certa URL, ora os &#8220;chicos-espertos&#8221; acham isto uma maravilha, pois existem milhares de blogs bem posicionados e dispostos a receber qualquer tipo de comentário. Sim&#8230; ok. Não fosse a maioria dos blogs incluir a <em>rel=nofollow</em> nos links dos comentários, parece que se esquecem dessa parte. Esta tag significa que nenhum &#8220;juice&#8221; (pagerank) irá passar para o vosso link, logo os efeitos que estes links poderão ter a nível de posicionamento é algo irrelevante. Ou seja, usem o vosso nome, contribuam com qualidade, que de certeza mais depressa vão ganhar visitas do que ter qualquer outro tipo de vantagem.</p>
<h2>2- Encher o conteúdo de keywords</h2>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/keywords.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2696" title="keywords" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/keywords.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Exemplo 2: <a rel="nofollow" href="http://www.jogosdecarros.pt/" target="_blank">Ver aqui</a></p>
<p>Todos já percebemos que se queremos ser encontrados para certa pesquisa, é natural que esse termo tenha de estar presente na página. Até aqui tudo bem, faz sentido. No entanto, isto feito por alguém que saiba o que está a fazer acontece naturalmente, sem grande esforço. Claro que inserir o termo uma ou duas vezes aqui e ali, pode ajudar, se a frase não estiver a sair naturalmente. Mas há pessoas que levam isto ao extremo e pensam que quanto mais keywords plantarem, mais frutos vão colher. Tenho uma má notícia a dar-vos, isto do SEO pouco ou nada está relacionado com a plantação de árvores de fruto.</p>
<h2>2.1 &#8211; Mais keywords</h2>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/keywords2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2702" title="keywords2" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/keywords2.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Exemplo 2.1: <a rel="nofollow" href="http://www.educaedu.com.pt/" target="_blank">Ver aqui</a></p>
<p>No seguimento do exemplo anterior em que se plantam keywords em número excessivo no meio dos textos. Este para mim, a nível de usabilidade é ainda mais estúpido e idiota. Plantar keywords no above the fold the um site, sem qualquer sentido, explicação, ou funcionalidade para o utilizador, apenas a pensar nos motores de pesquisa. É algo idiota, e na minha visão uma técnica muito cinzenta (Grey hat SEO) de fazer as coisas.</p>
<h2>3 &#8211; Encher o título de keywords</h2>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/titulos.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2705" title="titulos" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/titulos.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Exemplo 3: <a rel="nofollow" href="http://aeiou.expressoemprego.pt/" target="_blank">Ver Aqui</a></p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/titulos2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2706" title="titulos2" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/titulos2.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Exemplo 3.1: <a rel="nofollow" href="http://emprego.sapo.pt/" target="_blank">Ver Aqui</a></p>
<p>O título, neste caso o elemento <em>&lt;title&gt;</em> é um dos principais a ter em conta na optimização de sites e um dos factores mais relevantes no posicionamento das SERPs. Incluir as principais keywords no título é de facto algo a ter em conta numa boa optimização e algo que certamente vos fará subir na pesquisa dessa determinada keyword. No entanto as pessoas esquecem-se que um título serve para resumir ou descrever de forma sucinta o conteúdo de determinada página. E como não podia deixar começam a fazer as coisas mal feitas, como por exemplo, repetir keywords ou pecar pelo exagero. Lembrem-se que este elemento é aquele que está em maior destaque quando o utilizador vê a vossa página no motor de pesquisa. Como tal, é bom que esteja bem construído, que de informação útil e sobretudo que não afaste os utilizadores de chegarem ao vosso site.</p>
<h2>4 &#8211; Pedir troca de links</h2>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/mails.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2712" title="mails" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/mails.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>As <a href="http://www.maistrafego.pt/a-importancia-da-troca-de-trafego" target="_blank">trocas de links</a> são algo importante.  Principalmente entre sites do mesmo nicho. É uma situação win-win em que para além de existir benefícios a nível SEO, existe o benefício da troca de tráfego, que é mais importante, pois a troca de links acaba por anular-se uma à outra em termos de juice.</p>
<p>No entanto, há que saber fazer as coisas. Não entrem no desespero de enviar dezenas de mails por dia a pedir trocas de links. Pois os webmasters desses sites, acreditem que ficam mais desesperados quando recebem eles dezenas de mails diariamente a pedir troca de links. Por isso a minha sugestão, é que falem com as pessoas, façam amizades, &#8220;linkem&#8221; para sites sem esperar um link em retorno. E sobretudo não aceitem tudo o que vos aparece à frente pois de certeza que vão parar onde não querem, que é ao fundo do index dos motores de pesquisa.</p>
<p>PS: E principalmente não se enganem no nome do site que estão a tentar contactar.</p>
<h2>5- Excesso de Links internos</h2>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/internos.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2716" title="internos" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/internos.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Exemplo 5: <a href="http://blog.pai.pt/2010/09/29/aplicaca-iphone-download/" target="_blank">Ver Aqui</a></p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/internos2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2717" title="internos2" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/11/internos2.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Exemplo 5.1: <a href="http://www.searchmarketing.pt/" target="_blank">Ver Aqui</a></p>
<p>Deixei este ponto para o final de propósito, pois vou linkar dois exemplos, que não foram os melhores conseguidos mas como ambas as empresas trabalham nesta área, uma ao nível de prestações de <a href="http://www.searchmarketing.pt/" target="_blank">serviços de seo</a> e outra a um nível mais <a href="http://blog.pai.pt" target="_blank">seo corporativo</a>, e como ambas até fazem um <strong>óptimo trabalho</strong>, achei que era pertinente fazê-lo (só para implicar, não levem a mal). O uso dos links internos é uma óptima técnica para optimizar os sites, talvez das mais eficientes actualmente. Pois facilita a navegação do leitor pelos conteúdos antigos e contextualiza-o naquilo que estamos a falar. No entanto, é essencial não pecar pelo exagero, pois o mais importante é que o leitor consiga ler o conteúdo e não se perca entre as palavras e links.</p>
<p>Espero que tenham gostado do artigo, até uma próxima! E boas optimizações.</p>
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		<title>Do nicho ao sucesso</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 15:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Categorias]]></category>
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		<category><![CDATA[Seo]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes de mais gostaria de me apresentar naquele que é o meu primeiro artigo oficial a ser escrito para a comunidade do Mais Tráfego. O meu nome é Diogo Pinto, sou do Porto, e sou um webmaster que vê na internet um futuro e uma paixão. Além de utilizar imensos serviços que esta dispõe e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais gostaria de me apresentar naquele que é o meu primeiro  artigo oficial a ser escrito para a comunidade do Mais Tráfego. O meu  nome é Diogo Pinto, sou do Porto, e sou um webmaster que vê na internet um  futuro e uma paixão. Além de utilizar imensos serviços que esta dispõe e  de participar em imensas comunidades, gosto de utilizar a internet a  meu favor: um dinheiro extra nunca fez mal a ninguém. No entanto, como  gosto também criar amizades e partilhar informação, resolvi juntar-me a  esta iniciativa e começar a criar conteúdo com a minha experiência.  Sendo assim, aqui têm o meu primeiro artigo, que espero que gostem. Ah,  se quiserem, pode seguir-me no twitter [<a href="http://www.twitter.com/diogogpinto">@diogogpinto</a>] para se manterem  actualizados/colocarem as vossas questões.</p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/do-nicho-ao-sucesso.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1646" title="do nicho ao sucesso" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/do-nicho-ao-sucesso.jpg" alt="" width="560" height="260" /></a></p>
<h1>INTRODUÇÃO</h1>
<p>Esta  odisseia pelos nichos que se segue é mais adequada àqueles com paixão  pelo webmastering que procuram criar um site ou um blog com conteúdo  informativo.</p>
<p>Reflecte a minha experiência e um pouco da minha  opinião pessoal.</p>
<h3>O QUE É UM NICHO</h3>
<p>Um nicho de mercado não é  aquilo que muitos bloggers que ensinam a ganhar dinheiro vos dizem que  é: não vos vai fazer enriquecer. O nicho por si só não funciona. Se lêem  este artigo com vontade de procurar informação sobre como encontrar um  nicho milionário, vão apanhar uma desilusão. Não é isso que pretendo:  pretendo dar-vos a conhecer o vosso nicho de mercado, onde devem actuar e  aplicar o vosso tempo.</p>
<p>Mais teoricamente, um nicho é um segmento  de mercado muito ou pouco restrito que aborda um determinado assunto,  muito ou pouco pesquisado. Mas suponho que a prática seja mais  interessante.</p>
<h1>1 &#8211; SITES RELEVANTES E GENERALISTAS</h1>
<p>A partir  daqui, até ao ponto dois, forneço uma maneira de encontrares um nicho  que se adequa a ti se pretendes desenvolver um site para manter a longo  prazo.</p>
<h3>O TEU NICHO</h3>
<p>Como já disse anteriormente não existe  um nicho milionário. Depende de ti conseguir atingir o sucesso. O que  leva as pessoas a não conseguirem atingir o sucesso é, geralmente, a  desistência. Muitos desistem de lutar e baixam os braços por não  conseguirem ganhar dinheiro com o seu website, ou por não atingirem as  visitas que esperavam. Mas, por experiência própria, a vontade de  desistir apaga-se quando escrevemos sobre algo que gostamos. Já diz o  provérbio, &#8220;quem corre por gosto, não cansa&#8221;.</p>
<p>Então é nisso que  te vou ajudar neste passo: o tão importante brain storming, que te  ajudará a atingir um nicho confortável o suficiente para que não  desistas facilmente… e que te encaminhe para o sucesso.</p>
<h3>BRAINSTORMING</h3>
<p>1  &#8211; Se eu gosto de escrever sobre bicicletas, porque hei-de escrever  sobre Star Wars?<br />
2 &#8211; O google dita grande parte dos rendimentos dos  bloggers portugueses, mas não dependemos 100% dele.<br />
3 &#8211; Não sou  desistente.</p>
<p>Estas são as premissas que precisamos de entender  antes de nos iniciar na busca de um nicho. Analisando-os numa ordem  inversa, qualquer pessoa devia chegar à seguinte conclusão:</p>
<p>«Se  eu não sou desistente, não dependo do google e gosto de bicicletas,  porque não hei de escrever sobre bicicletas?»</p>
<p>Analisando as  premissas uma a uma:</p>
<p>1 &#8211; Se vamos explorar um assunto, convém ser  um assunto que gostemos. Nada de micro nichos assustadores dos quais  nunca ouvimos falar, nem de coisas que não entendemos. Se eu não sou  médico, para que vou dar conselhos de saúde? No entanto, gosto de  webmastering. Porque não exploro este mercado, com paixão?<br />
2 &#8211; Uma  tendência que os webmasters mais experientes observam é a dos iniciados  irem a uma ferramenta muito conhecida, o Google Webmaster Tools, e  gastar horas a procurar por um nicho que pague bem, tenha muitas  pesquisas e pouca concorrência. O meu conselho, não o façam: para  começar, se esses nichos existem e vocês não tinham pensado neles, se  calhar nem sabiam o que significavam. Sendo assim o vosso conhecimento é  limitado, o que leva a mau conteúdo e a uma falha no apoio ao  utilizador. Isto leva maior parte das vezes a um rendimento passageiro,  mas nunca duradouro.<br />
3 &#8211; Se eu sou desistente, então estou destinado  ao fracasso.</p>
<h3>ÁREAS/NICHOS GENERALISTAS A EVITAR</h3>
<p>Toquei na  ferida de maior parte dos MMO portugueses. Qualquer um deles é capaz de  dizer para não escrever sobre tecnologia, carros, enfim, áreas  concorridas. Eu considero apenas uma área a evitar: aquela que não  conheces ou desgostas. Se queres escrever sobre tecnologia, se vais  adicionar algo de novo ao mercado e se vais gostar da tua tarefa, então  mãos à obra. Se não gostas de tecnologia mas alguém te disse que ganhava  muito dinheiro ao fim do mês com um site tecnológico então não te  aconselho a gastares tempo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1649" title="categoria blogs" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/categoria-blogs.jpg" alt="" width="560" height="260" /></p>
<h1>2 &#8211; MICRO SITES OU SITES DE NICHO</h1>
<p>A  partir daqui desenvolvo a temática anterior mas voltada para pequenos  sites localizados em micronichos.</p>
<h3>DESMITIFICANDO OS MICRO NICHOS</h3>
<p>Ao  contrário do que muitos pensam, os micro nichos não precisam de ser  aqueles segmentos de mercado extremamente pequenos, sem qualquer procura  e sem qualquer concorrência.</p>
<p>Esta é a anatomia de um nicho  (embora não haja uma ciência que a estude): Nicho Principal (Tecnologia)  &gt; Subnicho (Wallpapers, Telemóveis e Netbooks) &gt; Micro nichos.  Exemplo:</p>
<p>Tecnologia &gt;&gt; Wallpapers &gt;&gt; Wallpapers de  Mulheres &gt;&gt; Wallpapers de Mulheres nuas<br />
Tecnologia &gt;&gt;  Telemóveis &gt;&gt; Google Nexus One &gt;&gt; Jogos para Google Nexus  One<br />
Tecnologia &gt;&gt; Netbooks &gt;&gt; EEE PC &gt;&gt; ASUS 1005HA  EEEPC</p>
<h3>DICOTOMIA NICHO-DINHEIRO E SITES DE &#8220;LIXO&#8221;</h3>
<p>Vamos  encarar, mais uma vez, os factos: se leste este artigo até aqui então  muito provavelmente queres ganhar dinheiro com a internet. Como tu  existem milhares de pessoas que, desde há uns anos para cá, têm vindo a  desenvolver um tipo de sites muito característico: os MFA (made for  adsense &#8211; feitos para adsense). São facilmente identificados por  conterem páginas muito simples carregadas de publicidade AdSense. São  denominados por mim como sites de lixo.</p>
<p>É verdade que tenho  alguns, mas tento sempre comprar conteúdo a pessoas experiente nessa  área para prestar um serviço de qualidade ao visitante. É uma forma de  ganhar dinheiro que condeno se não for feita correctamente.</p>
<p>Voltando  ao tema, o nicho que aconselho que desenvolvam é aquele que gostam e  que vos dá gosto. No entanto, sei que existem muitos interessados em  ganhar dinheiro com micronichos muito específicos. Como os encontrar?</p>
<p>Sugiro  que andem diariamente com um bloco à mão para acompanharem as  tendências. Rapidamente deixo aqui depositados alguns nichos que sinto  que vão desabrochar num futuro breve:</p>
<p>- Jogos para iPad;<br />
-  Filmes para iPad;<br />
- Aplicações para iPad;<br />
- Acessórios para iPad;<br />
-  Classificados iPad.</p>
<p>Vejam como à volta de um produto que teve  uma enorme exposição mediática se desenvolveram cinco micronichos que,  se bem explorados, podem ser bem rentáveis.</p>
<p>Os nichos rentáveis e  com potencial são facilmente identificáveis se te mantiveres  actualizado com a actualidade.</p>
<h3>MICRONICHOS, OUTSOURCING E SITES  DE NICHO</h3>
<p>Já vimos em cima como detectar um micronicho que se pode  revelar rentável. Geralmente deparamo-nos com um problema: parece que  todos os micronichos que encontramos fogem às nossas áreas de  competência. Então a melhor alternativa é o outsourcing, ou seja, a  compra de serviços a freelancers ou empresas. No caso dos sites de  nicho, o outsourcing de conteúdo tem alguma relevância: faz todo o  sentido pagar a alguém, se não percebermos de nada relativo ao iPad,  para nos escrever o conteúdo.</p>
<h3>OPINIÃO PESSOAL &#8211; SITES DE  MICRONICHOS NÃO SÃO SOLUÇÃO PARA UM PROJECTO DURADOURO</h3>
<p>Por  motivos bastante fortes:</p>
<p>- Devido à limitação de um micronicho,  maior parte das vezes, acabamos por ficar sem nada para escrever;<br />
-  Os motores de busca começam cada vez mais a detectar os sites MFA e a  retirar-lhes algum peso;<br />
- Podem ser um desperdício de tempo e  dinheiro se o nível mensal de pesquisas for reduzido.</p>
<p>Como tal  não procurem criar sites de &#8220;lixo&#8221; se o vosso objectivo for explorar um  projecto a longo prazo.</p>
<h3>FERRAMENTAS PARA ENCONTRAR NICHOS</h3>
<p>Opta  por comprar ferramentas destas (Micro Niche Finder, por exemplo), se:</p>
<p>-  Geres uma grande quantidade de sites;<br />
- Não tens tempo para gastar a  procurar nichos e queres a tarefa facilitada (atenção, tarefa  facilitada não se traduz em &#8220;papinha feita&#8221;).</p>
<p>Não compres se:</p>
<p>-  És iniciado no internet marketing;<br />
- És empreendedor e tens &#8220;olho  para a coisa&#8221;;<br />
- Tens amor ao dinheiro.</p>
<h1>3 &#8211; A MINHA  EXPERIÊNCIA</h1>
<h3>3.1 &#8211; EXPERIÊNCIA COM SITES GENERALISTAS</h3>
<p>Recentemente  lancei-me na criação de um blog num nicho com muitíssima concorrência.  Detestava chegar ao fim do dia e não ter sequer cem visitas expressas no  analytics. Mas não desisti, escrevi todos os dias sem cessar, lutei  pela minha posição no mercado e hoje, cerca de dois meses depois (dois  meses apenas) orgulho-me em dizer que tenho uma posição bastante sólida  no mercado e tenho mais visitas que blogs com mais de dois ou três anos.<br />
Isto  reforça a minha teoria, se eu tenho uma paixão porque não me dedico a  ela, em vez de adicionar lixo à internet?</p>
<h3>3.1 &#8211; EXPERIÊNCIA COM  MICRO SITES</h3>
<p>Desde Junho de 2009 que desenvolvo pequenos sites,  recorrendo maior parte das vezes ao outsource de conteúdo. Depois de ler  muito sobre SEO e procurar muita informação junto de grandes webmasters  portuguesas, consegui ao fim de quase um ano gerar algum rendimento. O  que tenho notado é que nenhum deles contribui para a minha satisfação  pessoal nem para desenvolver competências como webmaster activo.</p>
<h1>4  &#8211; NOTA FINAL</h1>
<p>Com certeza que este artigo contém muita informação  que não vai de acordo com a dos webmasters mais experientes, mas como  disse anteriormente, este apenas reflecte a minha experiência após cerca  de dois anos dedicados a ler, a estudar e sobretudo a testar esta área  que tanto gosto.</p>
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		<title>SEO &#8211; Os principais factores a ter em conta</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 15:24:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno</dc:creator>
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		<category><![CDATA[motores de pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Este ano o SEOMOZ voltou a lançar o seu estudo bi-anual sobre os principais factores para optimização aos motores de pesquisa. Este estudo é feito através de um questionário aos melhores profissionais na área, onde lhes é inquirido a sua opinião sobre quais os factores mais e menos relevantes actualmente para a optimização aos motores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2009/08/seomoz4.png"><img class="alignnone size-full wp-image-928" title="seomoz4" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2009/08/seomoz4.png" alt="seomoz4" width="580" height="145" /></a></p>
<p>Este ano o <a href="http://www.seomoz.org" target="_blank">SEOMOZ</a> voltou a lançar o seu <a href="http://www.seomoz.org/article/search-ranking-factors" target="_blank">estudo bi-anual</a> sobre os <strong>principais factores para optimização aos motores de pesquisa</strong>. Este estudo é feito através de um questionário aos melhores profissionais na área, onde lhes é inquirido a sua opinião sobre quais os factores mais e menos relevantes actualmente para a optimização aos motores de pesquisa. Este inquérito teve em conta <strong>mais de 100 factores distintos</strong> e também perguntas específicas sobre os principais elementos do SEO (search engine optimization).</p>
<p>Este estudo é muito interessante devido à sua abrangência, como engloba mais de uma centena de factores, podemos ter noção e ir ao pormenor de muitas coisas que normalmente nos esquecemos ou, não damos tanta importância. É óptimo para aprender e ter uma noção real do que é fazer SEO actualmente e em que factores nos devemos centrar.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-921" title="seomoz1" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2009/08/seomoz1.png" alt="seomoz1" width="433" height="331" /></p>
<p>Em primeiro lugar nos factores mais importantes surge o texto âncora dos links externos, mas não podemos ver este lugar como independente do segundo, como os principais factores, ou seja, ter em conta o link externo com a qualidade/popularidade do site em questão que link para o nosso site.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-922" title="seomoz2" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2009/08/seomoz2.png" alt="seomoz2" width="433" height="331" /></p>
<p>No top das más práticas encontramos o disfarce de links ou keywords no site, estas práticas foram das primeiras práticas conhecidas de &#8220;Blckhat SEO&#8221; e como tal hoje em dia são altamente puníveis, com a agravante de qualquer pessoa poder denunciar estas práticas no google por exemplo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-927" title="seomoz3" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2009/08/seomoz3.png" alt="seomoz3" width="395" height="588" /></p>
<p>Olhando para o gráfico geral, não nos trás grandes novidades, basicamente hoje em dia é tudo uma questão de autoridade, e essa autoridade só é conseguida através de conteúdo de qualidade, que por sua vez vai gerar links de outras páginas com autoridade e de diversas fontes distintas.</p>
<p>Aconselho a darem uma vista de olhos mais profunda no estudo, tem muitos factores que normalmente não temos em conta, mas que podem fazer a diferença.</p>
<p><a href="http://www.seomoz.org/article/search-ranking-factors" target="_blank">SEOmoz &#8211; Search Ranking Factores 2009</a></p>
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		<title>Google para bloggers</title>
		<link>http://www.maistrafego.pt/google-bloggers</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 19:49:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Cria um blog]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje deixo-vos um fantástico vídeo da Wordcamp San francisco 09, onde o Matt Cuts, líder da equipa de web spam da google explica aos bloggers tudo o que devem saber inicialmente para se darem bem com os seus blogs no google. O vídeo é muito bom, tem dicas muito importantes, e que já aqui falamos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje deixo-vos um fantástico vídeo da <a href="http://central.wordcamp.org/" target="_blank">Wordcamp</a> San francisco 09, onde o <a href="http://www.mattcutts.com/blog/" target="_blank">Matt Cuts</a>, líder da equipa de web spam da google explica aos bloggers tudo o que devem saber inicialmente para se darem bem com os seus blogs no google. O vídeo é muito bom, tem dicas muito importantes, e que já aqui falamos, como por exemplo:</p>
<ul>
<li><strong>Escolha de nicho;</strong></li>
<li><strong>Preferência por nichos pequenos;</strong></li>
<li><strong>Ser bom, relevante e interessante;</strong></li>
</ul>
<p>
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="320" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://v.wordpress.com/lAZUouJF" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="320" src="http://v.wordpress.com/lAZUouJF" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		</item>
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		<title>O guia de bolso para SEO</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 17:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno</dc:creator>
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		<category><![CDATA[google]]></category>
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		<category><![CDATA[webmasters]]></category>

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		<description><![CDATA[SEO (optimização para motores de pesquisa) é um termo cada vez mais popular na web, todos os dias surgem novas empresas ou profissionais a trabalhar neste ramo, uns bons, outros menos bons e alguns a vender banha de cobra, mas como é óbvio isto é algo que acontece em todas as áreas. Neste pequeno guia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SEO (optimização para motores de pesquisa)</strong> é um termo cada vez mais popular na web, todos os dias surgem novas empresas ou profissionais a trabalhar neste ramo, uns bons, outros menos bons e alguns a vender banha de cobra, mas como é óbvio isto é algo que acontece em todas as áreas. Neste pequeno guia vou abordar algumas dicas de como identificar os bons profissionais na área e também, responder a algumas dúvidas básicas do como aplicar estas técnicas nos nossos websites, de forma a poder melhorar o nosso posicionamento nos motores de pesquisa.</p>
<h2>O que é SEO?</h2>
<p>Explicando por alto o que é concretamente o SEO no papel do website, podemos dizer que é como se fosse o currículo do nosso website. O SEO é algo que vamos trabalhando na construção do website, e aprimorando aos poucos consoante a sua evolução e necessidade. Quando entramos em contacto para trabalhar em alguma empresa, normalmente temos de enviar um currículo, e esse currículo vai proporcionar a quem o visualiza uma primeira impressão sobre nós, a optimização do nosso site funciona da mesma maneira, assim que os &#8220;robots&#8221; que fazem a &#8220;leitura&#8221; do nosso site entram nele, ficam com uma &#8220;primeira impressão&#8221; sobre o site.</p>
<p><span id="more-307"></span></p>
<h1>1. Como identificar bons profissionais / empresas de SEO</h1>
<p>Temos de ter a consciência que a SEO é já hoje em dia considerada uma engenharia e, muitos sites como o +tráfego ensinam e contribuem para a formação de pessoas para profissões que ainda não existem, como é o caso desta, e não é por ler meia dúzia de posts em blogs, ou tirar um curso por 500€ que não vos vai ensinar mais do que está escrito neste post, que vai ficar a perceber como as coisas funcionam, é preciso pensar, usar a cabeça e meter mãos à obra.</p>
<p><strong>Então vamos lá analisar o que é preciso para pelo menos garantir que poderá ter um bom serviço:</strong></p>
<ul>
<li>Não vão meter &#8220;posinhos mágicos&#8221; e o vosso site vai ficar optimizado, é necessária uma análise do que está mal e o que se pode fazer melhor com o site actual.</li>
<li>Poderá ser necessário reformular o site, quer na sua estrutura/arquitectura, ou mesmo um 100% novo&#8230; hummm será? Peça uma segunda opinião, de certeza que não quer ver o seu orçamento duplicar só porque a pessoa que contactaram não gosta dos bonecos do vosso site.</li>
<li>Submetem o vosso site a 3000 directórios em menos de 5 minutos&#8230;. Durante este artigo vai perceber que o importante é a qualidade e a forma como o seu conteúdo é apresentado e não os links que valem tanto como um hamburger frio a apontar para o seu site.</li>
<li>Colocam-vos no primeiro lugar do google&#8230; ok, é neste momento que percebem que é aqui que entra o vendedor de banha de cobra e dão meia volta.</li>
<li>A empresa ou a pessoa é certificada em SEO&#8230; É aqui que você diz &#8220;Certificada por quem?!&#8221; O google não certifica SEO.</li>
</ul>
<p>A empresa/profissional deverá ser capaz de identificar o que está mal, dizer como poderia ser evitado, como se pode fazer melhor e devo dizê-lo sem rodeios, os elementos que definem uma boa optimização de um site são fáceis de identificar e explicar a qualquer pessoa. Deve apresentar um plano detalhado de tudo o que vai fazer, alterar, modificar, para melhorar a optimização do seu site, deverá ser capaz de sugerir quais os elementos, nomes, textos, keywords, que podem ser fundamentais ao seu negócio e como as vai destacar no seu site. Os elementos seguintes são um pequeno guia da base de optimização de qualquer site e podem dar-lhe uma ajuda muito importante no que toca a esta escolha.</p>
<h1>2. Elementos básicos de optimização</h1>
<h2>Títulos</h2>
<p>Os títulos dizem tanto aos utilizadores do site como aos motores de pesquisa, dai ser importante que utilize títulos bem descritivos e sucintos sobre o assunto de determinada página. O título deve constar no  &#8220;&lt; head &gt;&#8221; de cada página e ser inserido na tag &#8220;&lt; title &gt;&#8221;. A situação ideal será ter um título único para cada página do seu site.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-310" title="titulo" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2009/04/titulo.bmp" alt="titulo" width="363" height="126" /></p>
<p>Como vemos no exemplo o título deve contar o nome do site, e as 3 áreas principais de relevo da página.</p>
<p>Fazendo a procura pelo assunto de interesse, este será o caminho normal de chegada ao site.</p>
<p><strong>Pesquisa:</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-312" title="2" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2009/04/2.bmp" alt="2" width="325" height="61" /></p>
<p><strong>Resultado orgânico:</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-313" title="3" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2009/04/3.bmp" alt="3" width="418" height="85" /></p>
<p><strong>Título do site no seu browser:</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-314" title="4" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2009/04/4.bmp" alt="4" width="332" height="74" /></p>
<h2>Descrição</h2>
<p>Ao contrário do título a descrição deve conter um pequeno texto, dois parágrafos será o ideal, do conteúdo daquela página, ou seja, deverá fazer um resumo do seu site.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-318" title="5" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2009/04/5.bmp" alt="5" width="319" height="130" /></p>
<p><strong>Deverá evitar:</strong></p>
<ul>
<li>Fazer um descrição que não tenha conteúdo relevante para a página.</li>
<li>Usar descrições genéricas como &#8220;esta página é sobre&#8230;&#8221;.</li>
<li>Usar somente keywords na descrição.</li>
</ul>
<h2>Estrutura das URL&#8217;s</h2>
<p>Também as url&#8217;s devem ter conteúdo e uma estrutura relevante para o seu site, aqui a utilização das keywords para determinada página é importante.</p>
<p><strong>Mau exemplo:</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-321" title="6" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2009/04/6.bmp" alt="6" width="366" height="44" /></p>
<p><strong>Bom exemplo:</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-322" title="7" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2009/04/7.bmp" alt="7" width="428" height="80" /></p>
<h2>Qualidade de conteúdos</h2>
<p>Como é óbvio se não existir qualidade de conteúdo no site todos os outros factores referidos neste post de pouco valem. Os utilizadores reconhecem a qualidade do conteúdo quando a vêm, e tendem a fazer referências a esse conteúdo, seja através de posts em blogs, redes sociais, fóruns, email, ou por outros meios. As pesquisas orgânicas ou o &#8220;buzz&#8221; gerado por &#8220;linkbait&#8221;, são os factores chaves para a sua reputação nos motores de pesquisa e sem qualidade de conteúdos essa tarefa é impossível.</p>
<p><strong>Como criar bom conteúdo:</strong></p>
<ul>
<li>Crie conteúdo novo, fresco e único para os seus utilizadores.</li>
<li>não fuja do seu tópico.</li>
<li>Escreva conteúdo fácil de ler.</li>
<li>Use linguagem relevante, pense nas palavras que os utilizadores vão usar para chegar à sua página.</li>
<li>Escreva correctamente e a pensar nos seus utilizadores.</li>
</ul>
<p><strong>Tenho um site de comércio electrónico, como posso ter uma boa reputação se o meu conteúdo não é propriamente relevante?</strong></p>
<p>Neste caso passa-se a mesma coisa que por exemplo, na maioria dos directórios que encontramos na web, nos sites de vídeo, &#8230;etc. A solução é simples é necessário a descrição do conteúdo, ou um pequeno texto que indique tanto aos motores de pesquisa como aos utilizadores sobre o que é aquele produto, ou o que trata aquele vídeo. Por exemplo quando efectuamos uma pesquisa sobre um produto, vamos deparar-nos com milhares de página de resultados, a única maneira de este tipo de itens não se tornar conteúdo duplicado ou conteúdo sem qualidade relevante é adicionarmos a descrição dos mesmos, para que logo a partir da pesquisa orgânica o utilizador ficar com uma ideia melhor daquilo que está à procura&#8230;</p>
<h2>Utilizar um Mapa do site</h2>
<p>Os site maps são muito úteis no que toca à optimização aos motores de pesquisa, eles informam quando o site é actualizado e com que frequência os motores de pesquisa devem ter em atenção as páginas do seu site. Utilizar um sitemap em XML é a ferramenta certa para garantir que os motores de pesquisa indexem as páginas que quer, é importante manter o seu sitemap sem link partidos ou urls irrelevantes para o seu site.</p>
<h2>Usar o ficheiro Robots.txt</h2>
<p>Este ficheiro diz aos &#8220;robots&#8221; que fazem o crawl do seu site qual as áreas e urls que estes podem e devem aceder. É obrigatório este ficheiro ter exactamente este nome e ser colocado na directoria &#8220;root&#8221;, ou seja, na raiz do seu site. <a href="http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2008/03/speaking-language-of-robots.html" target="_blank">Este artigo</a> é óptimo para perceber melhor como funciona este ficheiro.</p>
<h2>Usar as &#8220;heading&#8221; tags de forma correcta</h2>
<p>As heading tags (&lt; h1&gt;, &lt; h2 &gt;&#8230;) são as tags que definem a importância de forma hierárquica do conteúdo do seu site, logo, isto quer dizer que não deve ser dada sempre a importância máxima a todo o conteúdo do seu site. Normalmente estas tags são o que definem os tamanhos do título nos seus artigos e deve utilizadas de forma a que o utilizador e os motores de pesquisa vejam a importância do seu conteúdo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-327" title="8" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2009/04/8.bmp" alt="8" width="396" height="139" /></p>
<h2>Optimizar as imagens</h2>
<p>A optimização de imagens é talvez o patinho feio deste tema, mas de extrema relevância para as visitas orgânicas que o nosso site poderá vir a ter. A utilização do atributo &#8220;alt&#8221; é o que permite a optimização das imagens, este deve conter uma pequena descrição do conteúdo da imagem, não maior que oito palavras.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-329" title="9" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2009/04/9.bmp" alt="9" width="407" height="46" /></p>
<h2>Usar o Webmaster Tools</h2>
<p>Desde que este serviço da google foi lançado que se torno uma ferramenta extremamente útil para os webmasters na optimização dos seus sites. Esta ferramenta indica-nos como o google está a interagir com o nosso site de diversas maneiras. Podemos:</p>
<ul>
<li>Ver em que partes o googlebot está a ter problemas em fazer o crawl do site</li>
<li>Fazer o upload do ficheiro sitemap em XML</li>
<li>Analisar e criar ficheiros robots.txt</li>
<li>Remover URL&#8217;s que não nos interessem estar indexadas</li>
<li>Especificar o domínio pretendido (com ou sem o www.)</li>
<li>Identificar problemas com os títulos e descrições</li>
<li>&#8230;etc</li>
</ul>
<p>E para terminar este artigo deixo aqui um óptimo vídeo que também contem uma boas dicas de como estruturar e optimizar um site de uma maneira muito instrutiva, digamos assim&#8230; ;)</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/a0qMe7Z3EYg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/a0qMe7Z3EYg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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